sexta-feira, 30 de abril de 2010

Krokus - Merchandising "2010 Hoodoo Tour"

Krokus - Merchandising "2010 Hoodoo Tour"

Antes mesmo da Krokus iniciar a "2010 Hoodoo Tour", os fãs já podem adquirir merchandising oficial da banda, é clicar em "FAN SHOP" no alto da página oficial da Krokus.
Outros itens serão adicionados em breve, por isso estejam atentos e fiquem ligados em nossas atualizações.


Maiores Informações:

http://www.krokusonline.com/
http://www.myspace.com/krokusonline
http://www.myspace.com/marcstorace
http://www.chrisvonrohr.ch/
http://www.fernandovonarb.ch/

Fonte - Peter Waelti
KROKUS GLOBE CLUB FOR CLAN AND FAN
P.O.BOX 17552
DENVER, COLORADO 80217
U.S.A.

http://www.krokusonline.com/

Unearthly novo video promocional

Unearthly novo video promocional

A banda Unearthly acaba de lançar o seu mais novo video clip promocional, a música escolhida foi "Murder The Messiah"
Confiram!



http://www.youtube.com/watch?v=W50qntyMycg

Maiores informações:

www.unearthly.com.br
www.myspace.com/unearthlycommando

Fonte: Unearthly Press

Deventter na etapa Campinas do Wacken Metal Battle neste domingo

Banda tem sido largamente votada como 'Melhor de 2009' em diversas eleições promovidas por sites e revistas especializadas

Neste domingo, dia 02 de Maio, acontece no Sebastian Bar a etapa Campinas do Wacken Metal Battle, concurso que vai eleger uma banda brasileira para se apresentar na Alemanha em agosto durante a edição 2010 do Wacken Open Air, o maior festival de heavy metal do mundo!
O DEVENTTER e outras quatro bandas (Lockfist 669, Slasher, Chaos Synopsis e Maithungh) se apresentam a partir das 16hs. A vencedora vai disputar as semi-finais em São Paulo com outras vencedoras regionais.

"Não estamos encarando as outras bandas como concorrentes, já que somos todos da cena independente e estamos no mesmo barco", disse o vocalista Felipe Schäffer em entrevista ao site Metal Clube, que elegeu "Lead... On", o novo disco do DEVENTTER, como "Melhor Álbum Nacional" de 2009.
"Será muito legal a nossa participação nesse evento, independente de qual seja o resultado, uma vez que iremos entrar em contato com novas bandas e ouvir musica nova", acrescentou o músico.
Felipe Schäffer foi um dos mais votados como "Melhor Vocalista de 2009" na eleição realizada entre os leitores da maior revista de rock/metal do Brasil, a Roadie Crew. Na mesma eleição a banda foi votada em outras em cinco categorias: Melhor Baixista, Melhor Tecladista, Melhor Baterista, Melhor Capa e Melhor Álbum!

Serviço:
Wacken Metal Battle 2010 - Seletiva Regional
Data: 2/5/2010 (domingo)
Horário: 16h
Local: Sebastian Bar
Endereço: Rua Dona Maria Umbelina Couto, 79 - Guanabara - Campinas/SP
Entrada: R$ 13,00
Convênio com estacionamento ao lado da casa
Informações: (19) 3212-1508
- O público também participa da escolha através do voto
- Presença das promotoras da Jägermeister
- Stand com venda de CDs e DVDs
- Sorteio de brindes
Realização: Overload Records / Sebastian Bar / Roadie Crew
Apoio: Piccoli Studio / Marshall / Jägermeister

Mais Informações:

www.deventter.com
www.myspace.com/deventter

Fonte: Som do Darma

terça-feira, 27 de abril de 2010

Pastore em fase final de masterização.

Pastore em fase final de masterização.

Pastore a banda que leva o nome do vocalista Mario Pastore, que há 23 anos atua no cenário nacional está prestes a lançar seu primeiro álbum ao lado do guitarrista Raphael Gazal(Childrem of the Beast).

Provisoriamente intitulado de “The Price Of Humans Sins” tem previsão de lançamento para maio deste ano, o trabalho foi gravado no estúdio particular do baterista e também convidado Fabio Buitvidas (Shadowside).
A masterização está em fase final e ficou a cargo dos conceituados profissionais Heros Trench e Marcello Pompeu do Estúdio Mr. Som.
A arte foi assinada por Marcelo Paiva baterista da saudosista banda Guillotine (banda de 1980)

“Pesado tradicional com alma” essa é definição usada pelo próprio Mario.

O renomado vocalista Mario Pastore já foi o frontman de bandas como Titânio, Acid Storm (ambas precursoras do prog metal nacional), Opera’s Noise, Tailgunners e Sacred Sinner.

Maiores informações:

http://www.myspace.com/bandapastore

Fonte: Edson F. Melo - Heavy’Olution Metal.
http://heavyolution-metal.blogspot.com/

Imagery inicia processo de pré-produção de seu primeiro álbum

A banda londrinense de progressive metal IMAGERY já trabalha na pré-produção daquele que será seu primeiro álbum. Ainda sem título definido, o disco é esperado para o início de 2011.

Recentemente a banda lançou sua primeira demo auto-intitulada. Gravada entre outubro e novembro de 2009 no PLayRecPause Studio em Londrina e produzida por Júlio Anizelli, a demo reúne duas faixas, a instrumental “Fourth Secret” e a faixa título “Imagery”. Ambas estarão presentes no disco de estréia da banda.

Para baixar a demo gratuitamente, acesse http://www.4shared.com/file/254796425/36979125/Imagery.html


SOBRE O IMAGERY:


O IMAGERY pode ser considerado um novo projeto de um grupo de músicos experientes da cidade de Londrina, interior do Paraná. A banda foi formada em 2008, mas os músicos já possuem uma longa trajetória no cenário roqueiro do estado.

Formada por Joceir Bertoni (vocal/guitarra, ex-G.A.F./Revoult), Ricardo Fanucchi (baixo, ex-G.A.F./Revoult), Henrique Loureiro (piano/teclados, ex-Base 2/Tomate Azul) e Luciano Neves (bateria), a proposta do IMAGERY é unir a experiência individual de cada um dos músicos no desenvolvimento de um som técnico, porém pesado, com referencias em estilos musicais distintos, como o jazz, erudito, música instrumental brasileira, rock progressivo e heavy metal. Entre as principais influências do quarteto, estão nomes como Beatles, Pink Floyd, Yes, Genesis, Rush, ELP, Iron Maiden, Metallica, Megadeth, Dream Theater, Chick Corea, Hermeto Pascoal, Frederick Chopin, Hiromi Uehara, Bela Bartok, entre outros.

Além de ter feito várias apresentações em casas badaladas de Londrina e região, o IMAGERY também já tem uma bem sucedida turnê no currículo. A banda participou da “Prog Union Tour” ao lado da lendária banda gaúcha Apocalypse. A turnê foi realizada em setembro de 2009 e passou por quatro cidades dos estados do Paraná e São Paulo.

Mais Informações:

www.myspace.com/imageryprog

Fonte: Som do Darma

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Megadeth encanta São Paulo executando set clássico

Megadeth encanta São Paulo executando set clássico

Por Costábile Salzano Junior

A sétima passagem do Megadeth por São Paulo, assim como todas as outras, foi devastadora. Liderada pelo excêntrico Dave Mustaine, a banda resolveu "incendiar" o palco do Credicard Hall para comprovar ao público paulistano, agora acostumado a receber diversas atrações internacionais, porque é considerada uma das melhores e principais potências do Metal Mundial. É claro que eles cumpriram essa missão com facilidade. Afinal, o repertório foi baseado no clássico álbum Rust in Peace, que comemora 20 anos de lançamento, além da inserir hits históricos, proporcionando o maior set list da turnê.

A noite do último sábado, 24 de abril, foi marcada pelo retorno do Megadeth à cidade de São Paulo, atual capital do Metal na América do Sul. Após ficar dois anos longe do palco do Credicard Hall, o grupo norte-americano, desta vez, apostava em duas atrações: tocar na integra o disco Rust in Peace e reapresentar o baixista Dave Ellefson, que está de volta ao atual lineup.

Exatamente às 22h07, as luzes se apagaram, a intro do novo álbum EndGame, Dialectic Chaos surge nos PAs definitivamente para mandar a ansiedade dos fãs pro espaço. Provavelmente tentando pegar a plateia de surpresa, a banda alterou a ordem das músicas e até inseriu um clássico no que podemos dizer de esquenta para o massacre. A primeira composição foi a recente This Day We Fight, deram uma passadinha rápida pelo começo de carreira com In My Darkest Hour (So Far, So Good... So What!, de 1988) e os hits absolutos Sweating Bullets (que não havia figurado nem em Recife, nem em Brasília) e Skin O'My Teeth, do maravilhoso disco Countdown to Extinction, cantado em uníssono.

Somente depois dessas quatro composições que o frontman resolveu saudar seus ávidos seguidores. E se você que não foi ao show pensa que Mr. Mustaine fez um daqueles discursos apaixonados que o público brasileiro está acostumado a ouvir, se engana. Ele simplesmente deu boa noite e foi direto ao ponto: "Vocês sabem porque estamos aqui". Essa foi a deixa para a banda começar a tocar o disco Rust in Peace em sua sequencia original. O backdrop com a capa do lendário disco e o desenho de caixas encobrindo os amplificadores deixaram o cenário perfeito para um verdadeiro flashback. A energia e a intensidade que a banda executou cada composição foi impressionante. Até parecia que eles eram aqueles jovens bárbaros de 21 anos atrás. Holy Wars caiu como uma bomba, Hangar 18 foi uma das mais aclamadas, Take No Prisoners consequentemente voltou a figurar no Brasil, Five Magics teve a performance brilhante de Ellefson, Tornado Of Souls e a derradeira Rust In Peace... Polaris levaram à loucura os fãs mais tradicionais.

Sem a mínima intenção de esfriar a galera, não perderam muito tempo para despejar Trust, faixa de abertura do excelente álbum Cryptic Writings. A galera vibrou impetuosamente. Com o dever de casa mais do que cumprido, Dave Mustaine & Cia finalmente resolveram divulgar seu mais recente trabalho. Headcrusher, com uma breve interação com o público, e Right to Go Insane, que, acreditem, tem a melodia do refrão bem parecida com uma música do contraditório Marylin Manson, foram até que bem recebidas. She-Wolf novamente voltou a fazer parte do repertório de São Paulo, figurando como abre-alas para a Symphony of Destruction. É impressionante o poder devastador que essa música tem. A interação com o público é simplesmente fora de série. Dave Mustaine deve se sentir "o cara" toda vez que executa esse clássico. Afinal, o feedback caloroso da galera massageia o ego de qualquer músico. A galera pulando e berrando o nome de sua banda, com certeza, é um sentimento de glória, de vitória.

A banda mal havia deixado o palco, os fãs já começaram a cantar o refrão de Peace Sells. No entanto, tiveram que esperar por cinco tortuosos minutos. Mustaine volta saltitante, sem camisa e com um sorriso no rosto, fato praticamente raro naquela noite. Talvez tal sorriso seria para anunciar mais uma surpresa, no caso, A Tout le Monde, outra que não havia sido exibida nos dois anteriores shows da tour. A balada foi cantada em uníssono. Para fechar a noite as duas horas do mais puro Thrash Metal com chave de ouro, a mais pedida Peace Sells, do clássico Peace Sells...But Who's Buying?.

O Credicard Hall recebeu um bom público, mas não chegou a ter lotação absoluta com muitos esperavam. Porém, os presentes fizeram e muito bem a sua parte. Em contrapartida, a politica adotada pelo frontman Dave Mustaine em falar pouco e tocar mais soou meio arrogante. É claro que ele deu um show à parte, está tocando muito para uma pessoa que há anos atrás ficou perto da aposentadoria, sem contar a sua presença de palco impar, no entanto, evidenciou que ainda mantem a mesma figura excêntrica. Poucas foram as vezes que deu atenção publico e até chegou a insultar alguns fotógrafos. Jogar "500 mil" palhetas aos fãs não demonstra gratidão. Mustaine é um ícone e precisa entender que os seus seguidores brasileiros também são responsáveis pelo que ele tem e é hoje. Veremos a atitude que ele terá nos shows na Argentina, o qual ele vive a distribuir sorrisos...

Chris Broderick é um brilhante músico, mas ainda parece viver na sombra do ex-guitarrista Marty Friedman. Mesmo debulhando seu instrumento, algumas pessoas insistiam em insulta-lo. É claro que ele não se fez de rogado e a cada música evidenciava sua técnica e o porquê merece estar em tal posto. Outro que também é perseguido é o baterista Shawn Drover. Também pudera, a cada apresentação ele precisa carregar nas costas a cruz dos exímios Nick Menza e Jimmy De Grasso. No entanto, vejo que, desta vez, ele estava mais seguro e tocou um absurdo.

Se compararmos a última apresentação do Megadeth com a mais recente, o baixista Dave Ellefson realmente fez a diferença. Com uma pegada mais forte, presença de palco mais intimista, o "mais novo integrante" mostrou novamente as suas credencias e o real motivo para dar o devido pé na bunda de James Lomenzo. Visivelmente feliz por estar no lugar de onde nunca deveria ter saído, Ellefson convidou a galera cada vez mais para dentro do show.

Em relação ao espetáculo em si, foi muito bom, mas o clima, apesar de festivo, estava estranho. Os fãs estavam vibrantes, porém, a falta de uma banda de abertura pesou muito para preparar a galera para a atração principal, sem contar que seria uma boa oportunidade para artistas nacionais mostrarem o seu trabalho para um número tão grande de pessoas.

Mesmo repetindo músicas que foram apresentadas em suas últimas passagens pelo Brasil, o quarteto fez uma exibição vigorosa. Acredito que em uma próxima vinda, tudo indica que a banda protagonizará um repertório mais voltado para os álbuns Youthanasia, Countdown to Extinction e Cripting Writings. O som estava embolado, muitas vezes o microfone de Mustaine estava baixo e era encoberto pela massa que se esgoelava durante cada música mostrando a sua devoção aos integrantes do Megadeth.

Set list SP
Intro - Dialectic Chaos (Endgame - 2009)
This Day We Fight! (Endgame - 2009)
In My Darkest Hour (So Far, So Good... So What! - 1988)
Sweating Bullets (Countdown To Extinction - 1992)
Skin O' My Teeth (Countdown To Extinction - 1992)
Holy Wars...The Punishment Due (Rust In Peace - 1990)
Hangar 18 (Rust In Peace - 1990)
Take No Prisoners (Rust In Peace - 1990)
Five Magics (Rust In Peace - 1990)
Poison Was The Cure (Rust In Peace - 1990)
Lucretia (Rust In Peace - 1990)
Tornado Of Souls (Rust In Peace - 1990)
Dawn Patrol (Rust In Peace - 1990)
Rust In Peace... Polaris (Rust In Peace - 1990)
Trust (Cripting Writings - 1997)
Head Crusher (Endgame - 2009)
The Right To Go Insane (Endgame - 2009)
She-Wolf (Cripting Writings - 1997)
Symphony Of Destruction (Countdown To Extinction - 1992)
Bis
A Tout Le Monde (Youthanasia - 1994)
Peace Sells (Peace Sells… But Who’s Buying? - 1986)

Fonte: Costábile Press

Marduk e AD Hominem devastam São Paulo

Marduk e AD Hominem devastam São Paulo

Uma excepcional celebração do verdadeiro e requintado Metal! Essa é a descrição mais próxima do que Marduk e AD Hominem protagonizaram, no último dia 16 de Março, na tradicional casa Hangar 110. A matéria já poderia terminar aqui, pois tudo está resumido na primeira frase deste texto, mas tal devastação merece ser narrada somente para causar aquela sensação de arrependimento para quem não compareceu naquela histórica noite.

Infelizmente, é triste dizer que muitas pessoas não foram ao show, porque o Marduk não conta mais com o vocalista Legion na formação. No entanto, o que poucos esperavam ver é Daniel "Mortuus" Rostén, novo frontman, poderia dar, de certa forma, conta do recado e muito bem. O cara arregaça nos vocais e tem uma presença de palco que contagia até aquele fã mais chato de tão intransigente. Porém, a verdade é que nada disso seria capaz se Morgan "Evil" Steinmeyer Håkansson (guitarrista), Magnus "Devo" Andersson (baixo) e Lars Broddesson (baterista) não fossem os músicos brutais que são. A performance do quarteto é extremamente furiosa. O repertório escolhido passou por praticamente todas as fases da carreira, inserindo os álbuns "Still Fucking Dead", "Materialized in Stone", "Panzer Division", "Beyond the Grace of God" e "Azrael", sem se esquecer é claro de divulgar o novo disco "Wormwood". As composições destes suecos ganham um vigor e uma energia ao vivo tão impressionante, que a galera não parava de abrir moshs insanos e urrar principalmente quando as clássicas foram executadas principalmente em "Baptism by Fire".

Quem também não saiu por menos, foi a polêmica AD Hominem. Pelo que pode se ver, a banda francesa veio ao Brasil determinada a conquistar nosso território. Com a mesma brutalidade do Panzer Division da atração principal, Kaiser (vocalista/baixista), D.N (guitarra), A.K (guitarra) e G.K (bateria) fizeram do palco um verdadeiro campo de batalha despejando uma bomba atrás da outra, sem dó, nem piedade. O surpreendente foi ver muitas pessoas "cantando" as músicas deles, sinal de que o grupo está fazendo muito bem a disseminação do seu trabalho. Porém, deve ser lembrado que, com certeza, os caras não esperavam uma receptividade tão calorosa principalmente se levarmos em conta a questão ideológica da banda - explicitamente autenticada em seu MySpace, camisetas e, inclusive com uma faixa no braço esquerdo de cada integrante -, que é contestada mundialmente. No entanto, os brasileiros deram a impressão de que estão com a mente aberta para receber música extrema de qualidade, deixando de lado (ou seria respeitando?) a questão sócio-política dos franceses, que assim como os suecos, saíram de cena sem se despedir do público, ato tradicional para as bandas de Black Metal.

O único porém ficou destinado às bandas de abertura Incinerad, Querion e Unearthly, que, infelizmente, sofreram com o som embolado e com o pouco tempo destinado à elas devido a logística do evento. No entanto, acredito que o espaço destinado aos grupos serviu de grande valor. Os cariocas do Unearthly, que recentemente lançaram um dos discos mais elogiados pela critica especializada em 2009, tiveram a sorte de pegar o som um pouco melhor ajustado e assim puderam mostrar ao público paulistano porque estão recebendo tantos elogios.

Com certeza, os fãs, muitos vindos principalmente do interior do Estado de São Paulo, voltaram para suas casa ou rumaram para algum bar extremamente satisfeitos pelo que presenciaram e ansiosos pela vinda das bandas Gorgoroth e Enthroned. A produtora Tumba já confirmou em sua página no MySpace, a passagem conjunta dos dois grupos para o mês de Setembro.


Fonte: Costábile Press

Lacuna Coil confirma, até o momento, apresentação única no Brasil

Lacuna Coil confirma, até o momento, apresentação única no Brasil

A banda italiana Lacuna Coil, finalmente, anunciou por meio de sua página oficial no MySpace, a sua primeira passagem pelo Brasil e, consequentemente, pela América do Sul. O grupo se apresenta no dia 19 de junho, na Espaço Lux, em São Bernardo do Campo (SP). Segundo a agenda do site oficial da banda, o primeiro show acontece no dia 10 de junho, em Caracas, na Venezuela. Depois, Cristina Scabbia (vocal), Andrea Ferro (vocal), Cristiano Migliore (guitarra), Marco Biazzi (guitarra), Marco Coti Zelati (baixo) e Cristiano Mozzati (bateria) seguem para Colômbia, Equador, Chile e Argentina.

O Lacuna Coil, que está em plena turnê de promoção de seu mais novo trabalho “Shallow Life”, era uma das bandas mais aguardadas pelo público para visitar o País. Para os fãs sedentos, mais informações sobre vendas e valores dos ingressos deverão ser divulgadas em breve pela produtora Liberation.

Fonte: Costábile Press

Morte de Peter Steele sentencia a fim do Type O' Negative

Morte de Peter Steele sentencia a fim do Type O' Negative

O Type O' Negative há muito tempo andava esquecido. Os caras não geravam noticia, ou seja, estavam mortos. Tudo parecia mais um daqueles boatos que as bandas promovem para reaparecer na midia. Sim, daqueles que começam a crescer na internet, ganhar forma e tamanho monstruoso até que alguém vem à público se pronunciar e voltar a ser manchete... Coisa do show bizz. No entanto, o que era um boato, foi logo desmentido e então foi confirmada como realidade. Peter Steele, a voz do Type, morreu no último dia 14 de abril. O gigante frontman é mais um dos artistas que entram pro Hall da Morte do Rock. Dono de uma das vozes mais impares, é praticamente decretada a pá de cal, terra e cimento que a banda precisava para fechar o seu túmulo. Muitas bandas trocam de vocalistas, mas esta perda é irreparável. O único cantor que me vem à mente no momento e que poderia substituir à altura seria Ville Laihiala, do Poisonblack. Infelizmente, a única certeza da vida é a morte. Descanse em paz. Seu legado já está perpetuado, Peter!

Fonte: Costábile Press

Seventh Seal: erupção de vulcão atrapalha retorno ao Brasil

Seventh Seal: erupção de vulcão atrapalha retorno ao Brasil

A banda Seventh Seal, que acaba de encerrar uma tour pela Europa, está inserida entre os milhares de passageiros que tiveram os seus voos cancelados devido à erupção do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia. Os músicos, que tinham o retorno para o Brasil agendado para início desta semana esperam pelo fim da densa nuvem de fumaça que assola o oeste europeu. Apesar do imprevisto, os shows do dia 1 maio em Ferraz de Vasconcelos e 14 de maio em Santos continuam confirmados.

Mais informações:

www.myspace.com/seventhsealbrazil
www.seventhsealofficial.com

Fonte: Costábile Press

Scorpions no Brasil: informações sobre show em São Paulo

Scorpions no Brasil: informações sobre show em São Paulo

A última passagem do Scorpions pelo Brasil parece que foi ontem e permanece ainda mais viva na memória já que foi uma verdadeira aula de Rock 'N Roll. No entanto, a próxima vindo do grupo não será com a melhor das intenções. Após 40 anos de sucesso, os alemães resolveram pendurar as chuteiras. Eles retornam ao País com a turnê que marca a despedida da banda dos palcos e que divulga o seu mais recente trabalho Sting In The Tail (2010). As duas passagens do grupo pelo Brasil, 2005 e 2007, levaram mais de 150 mil fãs aos shows.

A derradeira apresentação está agendada para o dia 19 de setembro, no Credicard Hall, em São Paulo. A pré-venda exclusiva para clientes Credicard, Citibank e Diners acontece entre os dias 16 e 22 de abril, na internet (www.ticketsforfun.com.br), pelo telefone 4003-5588, na bilheteria oficial do show e nos demais pontos de vendas espalhados pelo país. Para o púbico em geral, os ingressos começam a ser vendidos em 23 de abril, nos mesmos pontos de venda. A realização é da TIME FOR FUN.

Serviço Scorpions
Realização: TIME FOR FUN
Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro
Site: www.credicardhall.com.br
Telefones para informações: 4003-5588
Venda a grupos: (11) 2846-6166 (11) 2846-6166 / 6232
Única apresentação dia 19 de setembro (domingo)
Horário: 20h
Duração espetáculo: aproximadamente 1h30
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
Capacidade pista: 7.000 lugares
Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo

Fonte: Costábile Press

Programa Atomic Night é o esquenta antes de cair na balada no final de semana

Distribuindo decibéis metálicos desde janeiro deste ano, o programa Atomic Night tem proporcionado aos internautas-headbangers um belo esquenta antes de cair na balada. Comandado por Maicon Leite, colaborador das revistas Roadie Crew e Lucifer Rising, o programa é transmitido todas as sextas-feiras a partir das 20h pelo o site http://rockmetalbrasil.listen2myradio.com. O Atomic Night possui 4 horas voltadas para o melhor do Heavy, Thrash, Death e Black Metal, além de outros gêneros da música pesada. Sem contar que, a cada edição, uma banda é homenageada com um especial.

Confira a grade de programação:
20h até 21h - Lançamentos
21h até 22h - Especial
22h até 22h30 - Bloco de Covers
22h30 até 23h - Demo-tapes
23hh até 24h - Clássicos do Metal

Lembrando que o ouvinte pode pedir músicas no "chat" do site, se houver a disponibilidade, a música será executada, caso contrário, entrará na próxima edição.

Contato: programaatomicnight@gmail.com

Fonte: Costábile Press

AGENDA DE SHOWS – MAIO

MANOWAR - dia 7 (sexta) no Credicard Hall
GAMMA RAY - dia 9 (domingo) no Santana Hall
ROGER HODGSON (SUPERTRAMP) - dia 14 (sexta) no Va Funchal
VIRADA CULTURAL com LIVING COLOUR, LA GUNS, RICK WAKEMAN e BIG BROTHER (antiga banda da Janis Joplin). TUDO DE GRAÇA EM SP.- dia 15 no Centro de São Paulo.
NAPALM DEATH + SUFFOCATION - dia 15 (sábado) no Espaço Victory
ZZ TOP - dias 20 e 21 (quinta e sexta) no Via Funchal
MUDHONEY - dia 21 (sexta) no Clash Club
JOHNNY WINTER - dia 22 (sábado) no Via Funchal
ERIC MARTIN + JEFF SCOTT SOTO - dia 23 (domingo) no Carioca Club
UFO - dia 26 (quarta) no Carioca Club
JOEY LYNN TURNER - dia 28 (sexta) no Blackmore Bar
AEROSMITH - dia 29 (sábado) no Parque Antartica
DEATHSTARS - dia 30 (domingo) no Carioca Club


Fonte: Costábile Press

domingo, 25 de abril de 2010

Entrevista - Raphael Mattos guitarrista da Shadowside

Mestre das seis cordas da banda Shadowside, Raphael Mattos é destaque da revista Guitar Player, foi eleito entre os dez melhores guitarristas do Brasil, segundo pesquisa da revista Roadie Crew, e para sabermos mais sobre sua carreira e seus planos, marcamos uma rápida entrevista com ele. Confiram!

Por Edson F. Melo

Raphael, recentemente, você ficou entre os dez melhores guitarristas do Brasil, segundo uma pesquisa realizada pela revista Roadie Crew, além de ser destaque na revista Guitar Player. O que isso representa para você?

Raphael Mattos: É uma coisa muito engraçada, porque todo ano eu costumava votar nesta eleição e agora eu pude votar em mim. Eu pensei que somente ia angariar um voto, ou seja o meu, mas brincadeiras a parte, fiquei muito lisonjeado por ter sido lembrado pelos fãs. Isso é sinal de que o meu trabalho está sendo recompensado e espero poder figurar outras vezes nesta lista que considero uma das mais importantes do segmento no país.

Uma pergunta que não quer calar, quando e como foi o momento em que você decidiu. “Quero ser guitarrista”, aquele momento em que você pegou uma guitarra na mão e disse “é isso que eu quero”?

Raphael Mattos: Na verdade, são vários os momentos em que tive vontade de aprender a tocar o instrumento. Aos 9 anos, ganhei um violão do meu tio, mas que não tinha todas as cordas. Então, comecei a fazer o que podia com ele e tirei alguns riffs, mas foi só. Foi somente aos 14 anos que ganhei uma guitarra de um amigo do meu pai e então minha mãe reconhecendo meu potencial resolveu me matricular em um conservatório musical. A partir daí eu nunca mais parei.

Qual foi o primeiro álbum que você ouviu e que firmou seu gosto pela guitarra, aquele que mudou sua vida para sempre?

Raphael Mattos: O primeiro mesmo eu não me recordo, porque escuto rock desde que nasci. Parece papo de jogador de futebol, mas meu pai e minha mãe sempre gostaram muito de rock então eles me influenciaram a apreciar o gênero. Mas o que mudou minha vida e fez eu me interessar por guitarra foi o Burn, do Deep Purple. Na verdade, foi graças ao show que eles fizeram em 74 chamado California Jam que meu pai tinha em vídeo e que o Blackmore dá um show a parte no final da Space Trucking. Foi este vídeo que me fez ir atrás do Burn.

Quais são suas influências musicais?

Raphael Mattos: Por incrível que pareça, Ritchie Blackmore não faz parte das minhas influências. Ele foi o principal motivo de eu começar a tocar, mas eu não segui muito seu jeito ou estilo. Eu parti para um lado mais Hard Heavy e um pouco mais virtuoso. Gosto muito do Andy Timmons (ex-Danger Danger), Nuno Bittencourt (Extreme), Matias Jabs (Scorpions), Randy Rhoads (Ozzy) e Dimebag Darrel (Pantera).

Recentemente pude ver uma apresentação da Shadowside, e lá ficou bem claro, seu lugar é nos tablados. Como é para você estar no palco, sentir a energia da multidão?

Raphael Mattos: Eu me sinto muito bem no palco. Desde a primeira vez que subi no palco, senti que era aquilo que eu queria pelo resto da minha vida. Acho estranho quando converso com alguns músicos e eles dizem que se pudessem ficariam somente em estúdio e longe dos palcos. Afinal, acho que todo mundo que começa a tocar algum instrumento é porque teve vontade de se apresentar, de sentir a platéia gratificada, gritando, curtindo e sentindo o poder da sua música.

Logo de cara quando você entrou na Shadowside, já teve de encarar shows e festivais pelos Estados Unidos. Como foi esse desafio?

Raphael Mattos: Foi o principal motivo de entrar na banda. Quando fui chamado e me disseram que teríamos um show nos EUA em algumas semanas, não pensei duas e aceitei o desafio. Tocar no exterior era um sonho que tinha desde criança. Eu lembro de ficar vendo os vídeos de shows de bandas como Deep Purple, Black Sabbath e The Who e ficava me imaginando fazendo turnês pelo mundo todo. Hoje o meu sonho é a minha realidade. Vivo o meu sonho e sou muito feliz e realizado por isso.

Falando sobre apresentações, como foram as apresentações pela Espanha?

Raphael Mattos: Foi incrível! Nesta última turnê pela Espanha pudemos comprovar que a nossa música está invadindo cada vez mais o Velho Continente e percebemos que estacamos ficando cada vez mais conhecidos por lá. A imprensa nos deu a devida importância e o público espanhol é tão apaixonado pela música quanto nós. A atitude é praticamente a mesma. Os caras agitam o show inteiro, gritam os mais diversos elogios à Dani (risos) e depois de comprar o seu CD ou a camiseta da banda, fazem questão de conversar com você, tirar foto, pegar autógrafo e tudo mais... Espero voltar logo, porque é um ótimo país e sempre nos divertimos muito.

Qual ou quais as músicas que te dá mais prazer, que você mais gosta de tocar nos shows?

Raphael Mattos: Gosto muito de tocar a Nation Hollow Mind, porque a gente costuma abrir os show com ela e é quando acontece o primeiro contato com o publico. É quando você sente se você vai ter eles nas mãos ou vai ter que conquista-los. Outra preferida é a Baby In The Dark, pois gosto de tocar os riffs e os solos dela. É talvez a música que tenha meu solo favorito.

Joe Satriani, foi o “mestre” das seis cordas, o professor de vários guitarristas famosos ao redor do mundo como: Alex Skolnick, Kirk Hammet e Steve Vai. Se você pudesse ter tido um professor desse porte, quem você apontaria? Quem seria esse mestre das seis cordas para você?

Raphael Mattos: Falar de um só é complicado. Eu acho que eu aprenderia um pouco de blues com Steve Ray Vaughan, de rock com o Van Halen e de Metal com o Dimebag.

Antes da Shadowside, você já havia tocado em alguma outra banda?

Raphael Mattos: Eu ainda tenho minhas bandas de covers, que são o meu passatempo quando não estou na estrada com a Shadowside. Faço Pantera (Dente Preto), Scorpions(Scorpions Cover Brasil), Audioslave e Soundgarden (Soundslave). Tenho também um Nevermore (Born) e um Judas (The Ripper) que estão parados. Eu toquei numa banda de Heavy Melódico chamada Dreamland, que chegou a gravar um disco, mas que nunca foi lançado e o Kvork, que era uma banda de Prog Metal, mas que acabou, porque o vocalista foi morar na Inglaterra.

Você tem algum plano ou projeto para o futuro? Quais são?

Raphael Mattos: Tenho sim, mas somente depois de gravar o terceiro álbum da Shadowside. Minha prioridade no momento é focar nas novas composições da banda. Provavelmente, grave algo do Kvork, pois o material era realmente muito bom e grave algo totalmente diferente do que faço hoje na Shadowside.

Existe algum país em que você sonha conquistar os palcos?

Raphael Mattos: Claro todos os outros que eu não fui ainda, mas principalmente os países escandinavos. Afinal, a melhor safra de bandas novas são oriundas de lá e se conquistarmos esse publico simplesmente iremos ratificar que estamos indo muito bem.

Raphael para finalizar, mande um recado aos fãs e leitores.

Raphael Mattos: Muito obrigado aos fãs da Shadowside por todo apoio ao nosso trabalho. Se hoje somos uma banda forte é por causa da atenção dessas pessoas. Agradeço também a vocês pelo espaço e por manterem o Rock e o Metal vivo. Espero um dia conhecer todos na estrada. Confiram o nosso novo videoclipe em Keep On Rocking!

Mais uma vez gostaria de agradecer pela entrevista, muito obrigado e boa sorte.


Maiores Informações:

www.shadowside.ws
www.myspace.com/shadowsideband

Fonte: Heavy'Olution Metal
http://heavyolution-metal.blogspot.com/
http://www.myspace.com/heavyolution






Daemon Ross - Entrevista

De notável talento, mas ainda pouco conhecido no país, Daemon Ross essa figura hilária do Rio de Janeiro, já esteve ao lado de lendas do rock ‘n’ roll mundial como Tony Martin e Doogie White, além de ter participado de importantes bandas do cenário carioca. Para sabermos mais sobre esse grande guitarrista, consegui falar com ele, num papo descontraído. Confiram!

Por Edson F. Melo.

Daemon, antes de começarmos, gostaria de agradecê-lo pelo tempo cedido a esta entrevista, muito obrigado.
01 - Daemon você é uma das figuras mais ilustres do Rio de Janeiro, quando é que surgiu o desejo pela guitarra na sua vida?

R: Que isso cara... Só se for um ilustre desconhecido! (Risos).
Essa história é longa quantas páginas eu tenho? Bem, sendo bem resumido, eu sempre ouvi os discos dos meus pais (é eu sou da época do LP, vulgo bolachão) que tinha muita coisa de Beatles, Simon and Garfunkel e ainda coisas da Motown como Jackson 5, tinha Stevie Wonder... enfim bastante coisa. Quando era criança eu tentava tocar piano quando ia até a casa de um primo mais velho e até mostrava algum talento, mas quando meu primo falou que ia me ensinar minha mãe vetou: “músico nem pensar!” se deu mal. Virei guitarrista! (Risos)

O primeiro som de guitarra que me chamou atenção foi o “Division Bell” do Pink Floyd e eu fiquei curioso querendo saber que som era aquele em “Marooned” meu tio disse “é uma guitarra” e somente anos depois eu descobri que era de fato uma Slide Guitar. (Risos)

Então embora eu tenha sempre sido inclinado à música eu nunca cheguei a tocar até bem tarde. Comecei aos 16 como baixista e aos 18 eu decidi virar guitarrista depois de ouvir os solo de “Mr. Crowley” no disco “Tribute To Randy Rhoads”. Ele é uma das minhas maiores influências até hoje. Nessa época eu já ouvia muito Purple, Sabbath, Rainbow, Whitesnake e era um “maiden maníaco” de saber até a duração de cada música do Maiden até o Seventh Son! Enfim já estava encaminhado! (Risos)

02 - Sei que você é integrante das bandas Neutralis, Prophecy, Painside e ainda atua no cenário como guitarrista freelancer. Como você consegue conjugar todos esses trabalhos?

R: Não consigo! Além de todos esses trampos ainda tenho que me sustentar e eu não vivo de música, apesar de ser meu sonho. Então as coisas comigo são totalmente caóticas! Na ordem que vai aparecendo eu vou fazendo!!! (Risos)
Eu tinha parado de tocar para levar a faculdade a sério. Conseguir um emprego e tal. Fiquei parado por uns três anos até que a “Neutralis” me “trouxe das cinzas”. O Flaveus além de um cantor fantástico se tornou um dos meus melhores amigos, tanto que me dói não poder fazer mais parte da banda. Temos dois trabalhos gravados juntos e um ainda está par ser lançado. Com o “Prophecy” eu gravei o “Legions” que é um disco que adoro e pude trazer a tona meu lado “Thrash”. Nós participamos do “Wacken Metal Battle” em 2008, chegamos à final, porém não levamos. Pela primeira vez eu senti que uma banda ia “engrenar”. Queria levar a banda mais profissionalmente, mas não era a prioridade do resto da galera, enfim depois disso, chegamos à conclusão que era melhor eu seguir meu caminho. O “Painside” eu entrei porque o Carlos (Saione, guitarrista do Painside) foi meu companheiro no “Neutralis”. A banda acabou de lançar o “Dark World Burden” pela gravadora sueca “Inner Wound” (que tem no seu cast artistas como Giant, Winger e Jorn Lande) na Europa e USA tem um som bem porrada e ousado, participações de Gus Monsanto (Revolution Renaissance), Chris Boltendahl (Grave Digger), Renato Tribuzy (que também produziu o disco) e dessa vez eu espero que engrene apesar das dificuldades da cena atual!!! (Risos)

03 - Em 2009 você excursionou com Tony Martin comemorando vinte anos de lançamento do clássico álbum “Headless Cross” do Black Sabbath. Conte-nos como foi participar dessa gig, fazer parte dessa festa?

R: Nem me lembre. Foi lindo. Eu sempre fui fã do Tony. Já sabia tocar todas as músicas do “Headless Cross”, “Tyr” e do “Cross Purposes”. Sempre que entro numa banda eu pergunto se o vocal gosta do Tony. Se não for fã eu caio fora!!! (Risos)
Foi a primeira gig que eu realmente fui tratado como profissional, tive que viajar de avião, aprender a processar a gol por detonar meus cases, tinha que lidar com horários, parar de dormir... essas coisas... Tocar as músicas do “Headless Cross” com o cara que gravou o CD o teu lado é muita responsabilidade. Só faltou fazer o aniversário do “Tyr” no ano seguinte que seria mais especial ainda, porque foi o primeiro LP que eu comprei com a minha grana.

04 - Essa participação deve ter sido incrível para você, como surgiu esse convite?

R: Com certeza. Eu falo com o Tony por e-mail uma ou duas vezes por mês e ainda fiquei amigo dos outros músicos da banda dele, que não vieram na turnê, o Jamie (Mallender, baixista) e Rolf (Munkees, guitarrista) caras muito legais mesmo. Quanto ao convite, foi caótico...
Um amigo de muitos anos, David, tem uma banda tributo ao Maiden. Na verdade nós tivemos bandas de tributo ao Maiden numa mesma época e lugar, aliás minha primeira banda “Dreamscape” começou tocando covers de Maiden e depois Helloween, Judas Priest, Stratovarius...eu sei que é nome de banda de prog metal e tem 50 bandas com esse nome mas foi o que a gente arranjou! Imagina...enfim, até hoje ele toca com essa banda e uma bela noite no MSN ele vem me perguntar se eu conhecia um guitarrista que tocasse Maiden.... eu: “Porra David, tá de sacanagem? Para de mandar verde, qual o repertório?”. Ele me mandou uma lista com 12 músicas. Eu disse: “Quando é o show?” ele: “amanhã de tarde!”. Normalmente um cara sério não topa uma furada dessas, mas era isso ou ficar em casa vendo o Faustão. Virei à noite botando as músicas no dedo (não lembrava mais nada) e fizemos a gig. Foi lá que eu conheci o Rodrigo (Scelza) que além de produtor de shows canta muito e estava na mesma furada que eu! Sem ensaiar! Um tempo depois ele estava precisando de mais um guitarrista pra fazer o Tony e perguntou se eu queria fazer. Ele mandou meu material pro Tony e ele aprovou e foi isso. Foi uma furada que deu certo. (Risos)

05 - Não só no lado profissional, mas também no pessoal, isso acrescentou algo em sua vida e formação de músico?

R: Totalmente. Hoje eu sei que músico se forma no palco. Se você não toca ao vivo toda semana não entra em forma. Vai sempre tocar 20% do que consegue em casa, sentado e no conforto. Então se você for guitarrista tente treinar em pé na maioria do tempo, agendar shows, se não tiver show toca pra vizinha, pro cachorro, qualquer um. (Risos)
No lado pessoal é muito bacana você conviver com um cara que é seu ídolo de infância, o cara tocou na maior banda de metal, teve o maior sucesso, e ainda sim é um cara humilde, gente boa, trata todo mundo bem.

06 - Como foi à convivência com o Tony durante a turnê?

R: A melhor possível. Ele é um cara muito engraçado. Ficávamos imitando o Achmed - terrorista morto. Ele sabia todas as falas e eu também! (Risos)
Você não me perguntou do Danny “precisa de presunto” Needham! É o batera mais presença da face da terra! Só ele já vale o ingresso. Depois de um show eu ouvi um comentário: “Todo mundo tinha que sair e pagar ingresso de novo só por causa desse batera”. Totalmente correto! Outro cara fenomenal que estamos esquecendo de falar é o Geoff Nicholls. O cara é uma lenda. Apesar do sotaque complicadíssimo, ele me contou várias curiosidades sobre o Sabbath. Em troca, eu o viciei em guaraná. Ele tocou em São Paulo com uma lata em cada bolso! (Risos)

07 - Durante essa turnê, alguma música foi surpresa para você?

R: “Feels Good To Me”. Quando recebi o repertório não acreditei. Foi à trilha sonora de uma das maiores decepções amorosas da minha vida e tive que tocar. Coisas da vida... (Risos)
E pior, acabou sendo meu “teste” pra entrar na banda. Tipo batismo de fogo. No fim do primeiro ensaio ele quis tentar a música e perguntou se eu ou o Davis (Ramay, outro guitarrista da turnê) tínhamos tirado o solo do início. Acabou sobrando pra mim..., então eu tinha que começar a música junto com o Geoff Nicholls. Estava na frente de alguns amigos e com o Tony olhando direto pra mim. Eu fechei os olhos rezando pra não errar e mandei. Lembrei do que tinha passado e foi tudo na hora. Quando abri os olhos todo mundo estava com cara de choro e o Tony disse rindo: “Ok you got the gig”.

08 - Na primeira semana de março de 2010, você excursionou com Doogie White na “As Yet Untitled Tour 2010”, e sobre essa participação, o que você pode nos contar?

R: Doogie White é o cara mais rock ‘n’ roll do mundo! O cara é fenomenal. Ele veio com a esposa meio que de férias, na onda de aproveitar. Fez bastante turismo. Ele gosta de sair vagando pela cidade, à toa! Quando chegou ao Rio eu disse “cara não faz isso aqui, mas se não tiver jeito vai sem relógio, de chinelo e fica esperto”, mas ele já tava andando que nem um pescador feliz da vida. Dessa vez foi mais tenso porque eu estava sozinho, não tinha outro guitarrista pra dividir a “responsa”. Eu tive que emular Ritchie Blackmore, Yngwie Malmsteen, Rolf Munkees..., são estilos e pegadas diferentes... Mantive o máximo que pude do original e acho que consegui mostrar um pouco de quem eu sou. Música é o espelho da alma (não os olhos) quando você toca há alguns anos não dá pra esconder quem é.

09 - Doogie White lhe apresentou durante todos os shows como "The Devil Himself", de onde surgiu esse pseudônimo, digamos esse “apelido carinhoso”?

R: Deve ser por causa dos meus lindos olhos azuis.... (Risos). Pior do que isso, ele mudou o sobrenome de todo mundo para escocês e até hoje morro de rir quando lembro. Ele chamou o Léo (Pagani. baterista) de “Léo Mcleod” ...esse aí não morre nunca mais! No segundo show, antes de falar o nome escocês de cada um, ele contou sobre a cidade escocesa de onde cada teria vindo. Na minha vez ele abre com:“ From...mhum...HELL! The Demon himself!!!!” Eu errei a música toda depois disso. (Risos)

10 - Ao final de uma gig, qual é o sentimento que fica?

R: Saudade. Estrada cansa, mas vicia. Você quer descobrir o quanto agüenta, até onde pode chegar. O primeiro show de uma gig é sempre uma merda e a banda vai se acertando com o tempo. Quando estávamos nos encontrando no palco, a gig começando a fluir, acabou. Foram apenas três shows.

11 - Como surgiu esse convite, de poder tocar junto com Doogie White?

R: Da mesma maneira que do Tony, mas sem a “furada” de antes!

12 - Qual das turnês foi a mais empolgante no seu ponto de vista?

R: A com o Doogie teve um show a mais e teve no Rio, mas a como Tony teve aquela coisa do fã. Difícil escolher. Fiquei muito mais fã do Doogie depois que o conheci. Acredito que foi o mesmo com todo mundo. Em São Paulo alguém deu um bolo pra ele, no meio de “Long Live Rock ‘N’ Roll” se não me engano, era aniversário de 50 anos dele. Quando foi atender os fãs para dar autógrafos, ele deu um pedaço pra cada um. É o tipo de cara que ele é. Um exemplo. Ficamos lá até quase de manha e ele voltou ao palco umas três vezes pra cantar com o Purplestorm. Quem não foi perdeu um showzaço. Com bônus tracks.

13 - Vou te deixar em maus lençóis agora, existe alguma banda ou artista que você nunca trabalharia?

R: Existe. Yngwie Malmsteen. O cara toca mais do que todo mundo, não dá nem pra pisar no mesmo palco que ele. (Risos) to brincando. Se for metal eu to dentro. Mas principalmente, banda pra mim tem mais um sentido de amizade. Pra mim o espírito é esse de você estar com pessoas que você confia, que são seus amigos, dividir os perrengues, se divertir. Por isso que eu não vivo de música. Não consigo tocar um som que eu não goste só pra ganhar dinheiro. Eu tentei, mas não rolou. Não é a minha. Prefiro ter um emprego porcaria e reservar as horas que eu toco guitarra pra ser feliz. O dia que tocar virar só um trabalho, pra mim perdeu o sentido. Largaria.

14 - Vamos falar um pouco das suas bandas, atualmente você está envolvido em quais bandas do cenário carioca?

R: Atualmente só a PAINSIDE. Mas agora eu enrolado pra defender minha tese de mestrado e to correndo atrás de grana. Voltei a dar aulas de guitarra. Alguém aí encara? Sei fazer o Mi – dó – Ré direitinho!!! (Sequência de acordes que está em 90% das músicas do Maiden) (Risos)

15 - A parte instrumental do EP da banda Neutralis já está gravado, tem uma previsão para o lançamento?

R: Era pra ter saído ano passado. Acho que esse ano vai. Tem a mixagem e master pra fazer. Tivemos propostas pra fazer isso na Alemanha, mas a grana tá curta e vai ser por aqui mesmo. Quem está cuidando disso mais diretamente é o Flaveus.


16 - Eu recebi alguns samples das músicas, elas estão bem diversificadas, quais são suas maiores influências?

R: Isso muda com o tempo, mas basicamente qualquer cara que faça uma boa “pentatônica”! Além dos que citei anteriormente tem o Paul Gilbert. Eu adoro Racer-X. No Brasil eu adoro o Edu Ardanuy. Queria poder fazer aulas com ele.

17 - Como surgiu o slogan “Guanabara Bay Area Thrash Metal... mais Bay Area que San Francisco!”? (Risos)

R: (Risos). Foi uma brincadeira que surgiu na época do “Prophecy”. Todos nós moramos na Ilha do governador, que é no meio da baía de Guanabara. Aqui tem muitas bandas boas como o Stalker (Power metal) e o Warfx (thrash metal) que está indo pra semi-final do concurso pro WACKEN este ano. A água da baía é podre, mas gera banda boa rapaz!!!

18 - Apesar da brincadeira, isso prova que o Rio de Janeiro não é só carnaval, diga-me Daemon, como é o cenário metal no Rio?

R: Eu posso falar mais da capital. Não sei o que é, sei o que eu vejo. Sei que fora do eixo da capital tem tido mais shows, principalmente na região dos lagos. A maioria dos eventos aqui é de pequeno porte. Na zona oeste temos o “Fullmetal” e os eventos da “Rio Metal Works” que acontecem com certa freqüência. Nós temos alguns points fixos como o Heavy Duty, a pizzaria Heavy e Rock na lapa, e um bar chamado Calabouço, na tijuca, que é o meu favorito. Tem show lá umas 4 vezes por semana e o formato varia entre acústico, elétrico, de todos os estilos. Aqui no Rio acontece algo que eu adoro: 80% das bandas são autorais ou apresentam músicas próprias em seus shows. Claro que existem bandas tributo, mas a maioria faz covers junto com material original. Originalidade é tudo, qual é o sentido de viver senão encontrar seu lugar no mundo? Você escolhe o caminho que quiser, mas o meu é Heavy Metal! O que eu não gosto hoje em dia é que a cena está infestada de festinhas “Rock” com DJ. Nada contra a festa em si. Mas essa galera não prestigia mais as bandas salvo raras exceções, O resultado disso que quem produz shows com bandas pequenas passa perrengue, fica sem grana, e quem produz cultura, quem é original, fica na merda.

19 - O que mais te deixa indignado dentro do meio “metálico”?

R: Eu não chego a ficar indignado, mas agora a moda é ser “rockeiro de internet” e esperar o “Bootleg”. Em vez de ir à porra do show o cara fica esperando sair no youtube! (Risos). A cena enfraquece pra todo mundo. Fica difícil trazer artistas consagrados ou pagar as bandas locais. Eu não creio que seja só aqui. Hoje mesmo conheci um cara de uma banda da Itália que me contou a mesma história! A diferença é que mesmo assim, lá uma banda de médio porte, como ele me disse, ganha 350 euros por gig. Aqui no Brasil, na maioria dos lugares e eventos, é um tapinha nas costas e um muito obrigado. Isso se agradecerem.

20 - Planos para o futuro?

R: Estou tentando me capitalizar pra ativar o DAEMON’S VAULT. Não é banda solo, nem “Metal Opera”. É o espaço que eu estou reservando pra compor e gravar com pessoas que eu admiro e com pessoas que admiram meu trabalho. O formato é diferente. A idéia é juntar alguns riffs e quando eu sentir que tem o perfil de alguém, chamar pra compor e gravar. É um lance entre amigos, mas é aberto à novos membros. Se você é músico e por acaso tá afim de gravar algo comigo esse é o projeto. Rolando o “espírito do rock” a gente arruma um jeito de fazer. Vai ser um lance mais de Home Studio mesmo, mas a condição é que ou disponibilizaremos pra download free ou venderemos os mp3 online e doaremos a grana pra caridade, se rolar alguma. Alguns caras famosos já toparam gravar pra chamar atenção ao projeto, mas meu interesse é em quem está na mesma situação que eu, já batalhando há algum tempo e procurando um estilo próprio. Também pode ser que o cara já tenha uma música bem certinha aí a gente trabalha nela e põe no projeto.

21 - Um recado aos fãs do seu trabalho

R: Lembrem-se por que se apaixonaram por este estilo em primeiro lugar. Toque o que goste, procure sua música. Eu estou na estrada procurando a minha se nos encontrarmos no caminho, vamos tomar uma cerveja! Se precisarem de mim é só falar. Eu ainda acredito na “União do metal”... Tem alguém aí??? Alô? Acho que estou ouvindo o eco... (Risos)

22 - Gostaria de acrescentar algo?

R: Quero. Põe aí um limão, um gelinho, uma cachaça... (Risos).

(Risos) Bom Daemon, mais uma vez agradeço o seu tempo para esta entrevista, muito obrigado e boa sorte com seu projeto Daemon’s Vault


Mais Informações:

http://www.myspace.com/daemonsvault


Fonte: Heavy'Olution Metal
http://heavyolution-metal.blogspot.com/
http://www.myspace.com/heavyolution

Slasher: grande campanha para disputa do W:O:A Metal Battle/Campinas! Entre junto nessa batalha!

Com menos de 2 anos de existência a banda itapirense de Thrash Metal, Slasher, vem colecionando resultados expressivos desde o lançamento do seu primeiro EP, Broken Faith, em 2009. Atraiu a atenção de rádios, revistas e blogs do mundo todo, rendendo críticas extremamente positivas e destacando-se nas principais mídias Rock/Metal do país.

No início de 2010, a banda renova-se com a entrada do baterista Taddei e segue a todo vapor trabalhando nas composições que irão fazer parte do seu primeiro full lenght, Pray For The Dead, previsto para o segundo semestre de 2010. O CD será produzido por Ricaro Piccoli no Piccoli Studio. A capa do álbum já está pronta e promete surpreender a todos. Ela ficou a cargo do artista francês Stan W-D.

A banda Slasher convida todos a participarem juntos desta primeira batalha no dia 02 de maio (domingo) a partir das 16h no Sebastian Bar em Campinas/SP. O público participa da escolha através do voto. Mais detalhes e cartaz do evento em : http://www.rocknow.com.br/?p=1578


TRANSPORTE GRATUITO PARA O EVENTO! VOCÊ ESTÁ CONVIDADO.
Com iniciativa da banda e o apoio indispensável do vereador itapirense Cleber Borges foi possível a conquista de transporte totalmente gratuito, um ônibus com 48 lugares para este grande e histórico evento. Devemos citar também o apoio do mantenedor do Portal Megaphone, Pinna´s e do organizador de eventos Leandro Sartori, que se prontificaram e se mobilizaram de diversas formas em prol da banda.

Transporte Itapira/Mogi Mirim/Campinas ida e volta. A entrada para o evento no Sebastian Bar custará R$ 13 e é preciso ser maior de 18 anos. Reserve seu lugar através do email rocknow@rocknow.com.br ou slasher@slasher.com.br ou junto a um dos integrantes da banda. Prazo limite para reserva: dia 28/04, vagas limitadas.

O ônibus sairá da Praça Bernardino de Campos - Itapira - SP às 13h30, passando também pela rodoviária de Mogi Mirim com destino direto ao local do evento.

NOVA LINHA DE CAMISETAS SLASHER!
Clique aqui e veja os modelo. Normal, babylook fem. e manga longa.
PROMOÇÃO: Desconto de R$5 no valor da camiseta para quem for no ônibus da seletiva.

LANÇAMENTO DO NOVO SINGLE “TIME TO RISE”
Nova música, demonstrando toda evolução da banda desde o EP Broken Faith. Mais trabalhado e agressivo. Uma pequena amostra do que está por vir no full lenght Pray for The Dead, escute em www.myspace.com/bandaslasher.
PROMOÇÃO: O EP Broken Faith edição especial, contendo a faixa do novo single Time To Rise, custará apenas R$5 para quem for no ônibus da seletiva.

VISITE:
NOVO Site Oficial: www.slasher.com.br
Myspace Oficial: www.myspace.com/bandaslasher
Contato: slasher@slasher.com.br
Faça parte da nossa comunidade no orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=1767488


PRÓXIMOS SHOWS:
Dia 22/maio - Rock Now Fest Mogi Mirim na Casa do Rock (Slasher, Collapse NR, Medofobia e Barbária)
Dia 05/Junho – Pirata´s bar Indaiatuba (Slasher, Kliav e Barbaria)


SLASHER AGRADECE IMENSAMENTE O GRANDE APOIO:
ROCK NOW, PORTAL MEGAPHONE, ASB AMPLIFICADORES, STAN W-D METAL DESIGN, PICCOLI STUDIO, REDMÍDIA, DC STÚDIO, VEREADOR CLEBER BORGES E EQUIPE CLUBE ROCK

Fonte: Rock Now - www.rocknow.com.br

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Blazing Dog em fase de composição


Blazing Dog em fase de composição

A banda Blazing Dog, já está preparando novo material para o sucessor de "Metallic Beast", primeiro álbum da banda, lançado em 2009.

"Queremos superar Metallic Beast em todos os sentidos, e com certeza iremos, pelo que já ouvimos do material novo, vamos conseguir superar tanto em sonoridade quanto em qualidade e logo teremos mais novidades para vocês" comentou Renan Guimarães baixista da banda.

Metallic Beast foi gravado e mixado no estúdio Orbis entre maio de 2007 e dezembro de 2009. Arte assinada por Carlos Souza.

Maiores Informações:

http://www.blazingdog.net
http://www.myspace.com/blazingdog

Fonte: Heavy’Olution Metal web magazine

Agradecimentos: Monika Bordvik

Heric “Tumor Blast” fora da Madness

Heric “Tumor Blast” fora da Madness

A banda Madness vem através deste comunicado, anunciar a saída do baterista Heric “Tumor Blast” Marasca.
“Eu andei pensando muito nesse assunto, refleti bastante sobre a Madness, e cheguei a difícil conclusão que era hora de sair, será melhor para eles e para mim também” disse Heric.

“Tudo ocorreu de forma amigável e só temos de agradecer a todos os anos que passamos juntos como uma família, ao Heric fica o nosso muito obrigado” comentou Ro Moreira (baixista).

A banda continua trabalhando em seu debut já intitulado “In The Valley Of The Suicide”.
“Podemos lançar um EP, como uma prévia para nossos fãs sentirem a energia que virá em “In The Valley Of The Suicide”” segundo Alexandre Guerreiro (Vocais).

Maiores informações:

http://www.myspace.com/madness.deathmetal

Fonte: Madness Press

terça-feira, 20 de abril de 2010

Shadowside lança videoclipe e apresenta oficialmente nova formação‏

Single faz parte de Dare to Dream, considerado um dos melhores discos lançados em 2009 pela imprensa especializada

A banda brasileira Shadowside acaba de lançar o videoclipe de “Hideaway”, música que faz parte do álbum “Dare to Dream”, segundo registro fonográfico do grupo. Este disco, que contou com profissionais de renome como Dave Schiffman (System of a Down, Audioslave, Avenged Sevenfold e outros) e Howie Weinberg (Aerosmith, Iron Maiden, Metallica, Pantera e outros), logo no mês de lançamento, foi um dos CDs de Heavy Metal mais vendidos do Brasil e, recentemente, figurou na lista dos melhores trabalhos de 2009 dos principais meios de comunicação do segmento.

O clipe, dirigido, produzido e editado por Luiz Felipe Amorim, tem como cenário uma oficina abandona na cidade de Santos (SP). Além da banda em performance, a vocalista Dani Nolden interpreta a personagem principal. Segundo a cantora, a canção fala "sobre uma adolescente maltratada, incompreendida, que a vida toda é colocada pra baixo pelos pais e pela sociedade. No caso, a mãe acusa ela de fazer máscaras por afronta, por desrespeito, pra ser agressiva, enquanto tudo que ela quer é se expressar".

Além disso, este vídeo anuncia oficialmente a entrada do baixista Ricardo Piccoli, que já estava acompanhando a Shadowside em suas últimas exibições. Além de músico experiente, Piccoli tem se destacado também como exímio produtor musical. "Foi uma surpresa muito agradável quando recebi o convite da banda e e está sendo um enorme prazer fazer parte da família Shadowside. Estava um tempo parado como músico, somente trabalhando com produção. É ótimo tocar e voltar aos palcos ao lado desses caras", declarou o novo integrante. O atual lineup da banda é composto por Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarra), Ricardo Piccoli (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria).

Neste momento, o quarteto se prepara para o lançamento de Dare to Dream na Europa e já planeja um retorno ao Velho Continente para os próximos meses. Enquanto isso, o grupo continua agendando shows pelo Brasil. Mais informações serão divulgadas em breve.

O videoclipe está disponível nos canais oficiais da banda no Youtube e MySpace, respectivamente http://www.youtube.com/user/ShadowsidePress7 e www.myspace.com/shadowsideband. As fotos dos bastidores da gravação serão postadas nos próximos dias.

Link direto para assistir ao vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=B5jh7oPkXV0



Fonte: Shadowside Press

Torture Squad divulga relação de faixas de seu novo album Aequilibrium

Torture Squad divulga relação de faixas de seu novo album Aequilibrium
A banda paulistana de death/thrash metal TORTURE SQUAD revelou o tracklist do seu novo álbum de estúdio, Aequilibrium, que será lançado pela Wacken Records (Europa).

Confiram a relação das faixas:

01. Generation Dead
02. Raise Your Horns
03. Holiday In Abu Ghraib
04. 174
05. Storms
06. Azazel
07. Black Sun
08. The Spirit Never Dies
09. Last Tunes Blues (Instrumental)
10. The Unholy Spell 2010 ( Bonus track)

Próximos shows / Next gigs

Hellbound tour 2010

25/04 São José dos Campos / SP
09/05 Curitiba / PR *
22/05 Volta Redonda / RJ *
23/05 Campo Grande / RJ *
29/05 Rio Claro / SP *

* To be confirmed / Para ser confirmado


Infos atualizadas / Updated Infos

http://twitter.com/torturesquad
http://www.myspace.com/torturesquadband

Contato / Contact
torturesquad.press@gmail.com

Fonte: Torture Squad Press

Hellish War libera música de Live In Germany‏

Hellish War libera música de Live In Germany
Disco foi gravado ao vivo na Alemanha durante a primeira turnê Européia realizada pela banda em setembro

Live In Germany é o título do novo álbum do HELLISH WAR, o primeiro ao vivo da carreira. O disco vai reunir as faixas "Beyond", "Hellish War", "Metal Forever", "Defender Of Metal", "The Sign", "Son Of The King", "Destroyer" e "We Are Living For The Metal", essa última disponível para audição no Myspace da banda www.myspace.com/warhellishwar

Live In Germany foi gravado nos dias 18 e 19 de setembro de 2009 durante as duas apresentações da banda no Razorblade Festival realizado em Datteln, na Alemanha. Os shows fizeram parte da "European First Assault Tour", a primeira turnê européia realizada pelo HELLISH WAR e que somou oito apresentações em países como Alemanha, Bélgica e Suíça, incluindo duas outras apresentações em festivais: "Back To Rock Festival" na Suíça e o mítico "SwordBrothers Festival", também na Alemanha.

Live In Germany foi captado ao vivo pelo engenheiro de som alemão Oliver Okunneck. A mixagem e masterização ficou a cargo do próprio guitarrista do HELLISH WAR, Vulcano.

As músicas foram extraídas dos dois álbuns da banda, Defender Of Metal (2001) e Heroes Of Tomorrow (2008). Ambos foram lançados na Europa em agosto de 2009 em formato duplo pela gravadora alemã Pure Steel Records e é sucesso de vendas por lá.

Live In Germany será lançado no Brasil ainda no primeiro semestre de 2010. O lançamento Europeu deve acontecer logo na seqüência.

Entre outras novidades, o HELLISH WAR faz nos próximos dias dois shows em sua cidade natal, Campinas/SP. Nesta quinta, dia 22 de abril, a banda se apresenta junto com o Lethal Fear no conceituado Delta Blues Bar. Já no dia 30, sexta-feira, o HELLISH WAR será a principal atração da tradicional Festa Medieval, que esse ano acontece no Sebastian Bar e também contará com shows do Kingdom Come e Taberna Folk.

Mais Informações:
www.hellishwar.com.br
www.myspace.com/warhellishwar

Fonte: Som do Darma