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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Festival Rock Feminino é recorde de público

Festival Rock Feminino é recorde de público

Festival Rock Feminino bate recorde de público e arrecadação
Organizadores comemoram sucesso da edição 2011 e já programam a décima edição

Show da lendária banda Girlschool levou os fãs, que invadiram Rio Claro, à loucura
foto: Luciano Piantonni

Com cerca de um mês de programação, a IX edição do Festival Rock Feminino teve recorde de público. O evento atingiu a marca de 5.468 pessoas nas atividades que englobaram diversas manifestações artísticas.

Além da proposta cultural, o Rock Feminino chegou a arrecadar mais de três toneladas em alimentos, que foram doados ao Fundo Social de Solidariedade de Rio Claro e Araraquara. Além disso, aproximadamente 100 brinquedos novos foram entregues a entidades assistenciais.

Realizado em sete espaços diferentes, as atividades se estenderam pelos quatro cantos da cidade azul e chegaram a municípios vizinhos como Araraquara e Cordeirópolis.

Entre atividades diferenciadas como teatro, cinema, artes visuais, literatura e música, o público fiel marcou presença na sala de cinema do Centro Cultural “Roberto Palmari”, teatro do Centro Cultural “Roberto Palmari”, Estação Ferroviária de Rio Claro, Galpão do Lago Azul, Casarão da Cultura, Shopping Rio Claro, Praça Central de Cordeirópolis e Teatro Wallace em Araraquara.


“Queremos realmente mostrar que é possível ocupar os espaços disponíveis e fazer um trabalho bom. É preciso acostumar o público para que ele comece a frequentar novos lugares, conhecer novas culturas e descobrir o que é possível ser feito nas cidades do interior”, argumenta Vivian Guilherme, organizadora do Festival.


A organização deu início à prestação de contas e já pensa em sua décima edição. Entre os objetivos estão a captação de recurso em nível federal, contratação de mais uma banda internacional e a tentativa de experimentar novos espaços para a realização do evento.


Próxima edição - X Festival Rock Feminino
A diretoria do Grupo Auê, Rock Feminino Produções e Rede Cidade Livre já estão planejando novidades para todos os segmentos artísticos, que congregam com o Festival Rock Feminino, visando ainda mais consolida-lo como um dos maiores e principais eventos musicais do segmento no Brasil.


A produção do Festival pensa em novos espaços para realizar o evento no próximo ano. “A Estação é um ótimo lugar para se realizar eventos, mas ela não comporta mais o Rock Feminino. O evento está maior do que a capacidade do local e queremos proporcionar um espaço mais adequado para o público”.


Pensando na comodidade do público, a equipe trabalha exaustivamente na busca de alternativas de espaço, que suporte a quantidade de pessoas reunidas pelo Festival durante todo o mês de programação cultural em Rio Claro.


Para o próximo ano, a produção também já está em busca de subvenção federal para que o Rock Feminino chegue aos 10 anos em grande estilo. “Queremos que a data seja realmente inesquecível e que as pessoas compreendam o valor história deste evento”, ressalta.


Para a décima edição, a organização programa uma série de lançamentos comemorativos para a data. Entre eles está a publicação de um livro com a história do Festival, escrito pelo jornalista e presidente do Grupo Auê, Favari Filho. Um documentário, que já começou a ser produzido em 2008, sob direção de Lourenço Favari e Eber Novo.


O livro aborda desde a concepção do festival até os preparativos para a décima edição, com depoimentos de artistas e bandas que influenciaram e participaram da história do maior evento do gênero no país. Segundo o autor, alguns depoimentos já foram coletados e outros estão a caminho.


“Terei 45 dias para escrever depois de toda a pesquisa feita e de ter colhido todos os depoimentos. Acho um tempo razoável, contudo ficarei isolado para que possa transcrever os sentimentos de todos os envolvidos desde a primeira edição. A parte técnica que envolve direitos autorais e publicação ficará a cargo da secretaria de literatura do Grupo Auê, que está à frente da Ista Editora e Publicações (IEP)”, expõe Favari Filho.


Quanto ao documentário, os diretores apontam que a seleção do material de arquivo a ser usado já está definido, contudo atentam para o fato de que a proposta é criar um aspecto artístico com influências de grandes diretores mundiais. Segundo Lourenço Favari, o cinema está cheio de referências abissais e com o documentário não será diferente.


“Queremos criar um ambiente em que o telespectador além de assistir ao documentário saiba um pouco mais de sua história. Estamos trabalhando no intuito de realizar o melhor documentário para quem não gosta de ver filmes e o melhor filme para quem não gosta de ver documentários”, finaliza Lourenço.


O Festival Rock Feminino edição 2011 é uma realização da Rock Feminino Produções, da Rede Cidade Livre e Grupo Auê de Cultura e Artes, com apoio da Prefeitura Municipal de Rio Claro e Cineclube Crec. O Festival é um projeto realizado com o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura – Programa de Ação Cultural – 2010.


Mais informações, fotos e vídeos estão disponíveis no site www.rockfeminino.org.

Fonte: The Ultimate Music - Assessoria de Imprensa, Management & Consultancy

sexta-feira, 11 de março de 2011

Girlschool, Mallu Magalhães e CW7 são as atrações do festival Rock Feminino

Girlschool, Mallu Magalhães e CW7 são as atrações do festival Rock Feminino

Este ano evento virá ainda mais cultural e novamente terá transmissão ao vivo pela internet

O Rock Feminino, considerado um dos mais importantes festivais do circuito da música independente do País, na edição deste ano terá praticamente um mês de muito Rock 'n Roll feito por mulheres. Pelo nono ano consecutivo a pacata Rio Claro, cidade do interior de São Paulo, se transformará no reduto rock para as meninas de plantão.

O evento, que acontece de 12 de março a 3 de abril, terá como atrações em seu grande dia as bandas Girlschool, Mallu Magalhães e CW7. Os grupos irão se apresentar no dia 19 de março, a partir das 12h, na antiga Estação Ferroviária. Desde o início, o evento sempre contou com uma expressiva média de público reunindo sempre entre duas e três mil pessoas, mas, para esta edição, a produção estima receber mais de cinco mil pessoas. A entrada para as atividades do festival são gratuitas ou beneficentes (um litro de leite longa vida). A apresentação do festival será do músico Clemente (Inocentes e canal Showlivre!).

Para selecionar as mais de 400 bandas de diversas localidades do Brasil e países da América Latina, que se inscreveram para tocar no festival, foram convidados os mais variados profissionais de renome. Para a edição deste ano, o corpo de jurados é formado por: Regis Tadeu (Yahoo!), Mingau (Ultraje a Rigor), Thales de Menezes (Folha de SP), Marcelo Soares (MTV), Márcio de Souza (produtor musical), André Pomba (Revista Dynamite), Claudia Gomes (Vega), Fernanda Meyer (professora de canto) e Anderson Vecchia (produtor musical).

Com uma estrutura de dois palcos, banheiros, segurança, praça de alimentação, estandes de produtos, sorteios de brindes, além de Bluetooth Zone, o Rock Feminino de novo será inteiramente transmitido ao vivo por TV a cabo e internet, através da Rede Cidade Livre. Na última edição, foi registrada a marca de três mil acessos somente via web.

Paralelamente aos shows, serão promovidas palestras, workshops, mostra de cinema, de teatro, artes visuais, concurso literário, apresentação de banda sinfônica e oficinas e palestras para capacitação de produção musical e incentivo a produção autoral. Com atividades diferenciadas, o festival traz para o interior uma proposta única de capacitação do meio musical, incentivo das linhas culturais e valorização da figura feminina na sociedade. Dentre as mais de 400 bandas inscritas, o festival promete trazer o melhor da música feita por mulheres em todo país.

O FESTIVAL
O Rock Feminino é uma iniciativa para divulgar a arte feminina, ajudar instituições de caridade e demonstrar a necessidade de políticas igualitárias entre homens e mulheres, o evento também integra o Festival Integrado Grito Rock, sendo realizado simultaneamente em toda a América Latina, o Grito Rock Feminino acontece no dia 26 de março. O encerramento do Rock Feminino acontece na cidade de Araraquara, com o show de sete bandas no Teatro Wallace.

O Festival Rock Feminino é uma realização da Rock Feminino Produções, da Rede Cidade Livre e Grupo Auê de Cultura e Artes, com apoio da Prefeitura Municipal de Rio Claro. O Festival é um projeto realizado com o apoio do Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura - Programa de Ação Cultural – 2010.
Toda as informações do evento estão disponíveis em www.rockfeminino.org.

Festival terá exposições e Mostras culturais
Dentre as atividades estão a abertura da Exposição “A4 – Ações de Gênero”, no Casarão da Cultura (Rio Claro). A exposição terá curadoria do artista multimídia José Roberto Sechi, considerado um dos maiores artistas de arte postal do mundo, Participam da Mostra artistas da Alemanha, Argentina, Brasil, Colômbia, Coréia do Sul, El Salvador, Equador, Espanha, EUA, Finlândia, Itália, Polônia, República Dominicana, Sérvia e Suécia. Entre os nomes de destaque estão Gastão de Magalhães, que atualmente expõe no MAM em São Paulo; e o estudioso John M; Bennet.

II Mostra de Cinema Sem Limites, no Centro Cultural “Roberto Palmari” coordenado pelo cineasta e pesquisador audiovisual Lourenço Favari. II Mostra de Teatro “Fausto Brunini”, sob coordenação da atriz Michelle Dayane.

Apresentação da Banda Sinfônica União dos Artistas Ferroviários executando clássicos do rock. Concurso Literário com premiação em produtos eletrônicos. Oficina de bateria com Fernanda Terra, palestra sobre produção cultural com representantes do Circuito Fora do Eixo, além de oficinas de capacitação musical.

Rio Claro é a capital do Rock Feminino
Oficialmente, o Dia Municipal do Rock Feminino foi instituído como o terceiro final de semana de março, com aprovação unânime na Câmara. A partir de 2010, Rio Claro é a primeira cidade do país a ter um dia exclusivo para o rock de meninas.

Desde 2003, o evento vem duplicando seu público chegando em 2010 a atrair quatro mil pessoas e arrecadar mais de dois mil litros de leite para o Fundo Social de Solidariedade e Rede do Câncer. Outro número marcante do festival são as inscrições que, de quatro para a primeira edição, atingiram a marca de 400 para a edição 2011, dentre elas bandas de todo Brasil e América Latina.

Outras edições:
Ao longo de sua história o Festival vem acumulando prêmios e reconhecimento na mídia. Em 2007 foi considerado o segundo melhor festival de música independente do país e sexto melhor website pelo Prêmio Dynamite de Música (antigo Prêmio Claro e Prêmio Toddy); também recebeu o prêmio de melhor produção pelo 3º e 4º Prêmio GRC Music. Além de ótimas resenhas em revistas e jornais especializados como a Rock Brigade, Rock Hard, Revista Ocas, jornal O Estado de São Paulo e Jornal da Tarde.

Com uma estrutura de dois palcos, banheiros, segurança, praça de alimentação, estandes de produtos, sorteios de brindes, além de Bluetooth Zone, o Rock Feminino de novo será inteiramente transmitido ao vivo por TV a cabo e internet, através da Rede Cidade Livre. Na última edição, foi registrada a marca de três mil acessos somente via web.

Grandes bandas também passaram pelos palcos do evento: Leela, Shadowside, Ravenland, She Devils (Argentina), Fake Number, Hats e muitas outras que através da apresentação no festival tem obtido visibilidade nacional.

Serviços e atendimento no local:

Cabines sanitárias
Ambulatório
Seguranças
Sala de imprensa

Mais informações serão divulgadas em:

Site oficial: http://www.rockfeminino.org
Twitter oficial: http://www.twitter.com/rockfeminino
Assessoria de Imprensa: http://theultimatepress.blogspot.com

Fonte: The Ultimate Press