quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Vocalista da Vanilla Ninja foi atração no jogo da seleção brasileira contra a Estônia

Lenna Kuurmaa cantou o hino nacional da Estônia no amistoso de futebol realizado no último dia 12.
No último dia 12 de agosto aconteceu em Tallinn, Estônia, o evento que os estonianos chamaram de "O Jogo do Século". O amistoso da seleção brasileira de futebol contra a seleção estoniana marcou os 100 anos da primeira partida de futebol no país. O ingresso mais barato saiu por aproximadamente 260 reais!
A partida terminou com vitória da seleção canarinho por 1 x 0, gol de Luís Fabiano. Apesar do resultado, para os estonianos foi uma "vitória" perder de apenas 1 gol para a seleção número 1 do ranking.
O "Jogo do Século" também foi marcado por outro grande momento. A vocalista do VANILLA NINJA, Lenna Kuurmaa, deu um show de talento ao cantar o hino da Estônia, "Mu Isamaa, Mu Õnn Ja Rõõm", no início do jogo.
A bela artista de 23 anos goza de uma popularidade muito grande em seu país. Além da fama junto ao VANILLA NINJA - a maior banda de pop rock do país -, Lenna também é atriz e já participou do filme estoniano Kuhu põgenevad hinged, além do seriado Kodu keset Linna.
O hino brasileiro foi cantado por Denise Fontoura, musicista brasileira radicada em Tallinn.
A VANILLA NINJA foi formada em 2002. Além de Lenna Kuurmaa no vocal e guitarra, a primeira formação contava com Katrin Siska (backing vocal e teclado), Piret Järvis (backing vocal e guitarra) e Maarja Kivi (vocal e baixo). Esta última acabou deixando o grupo mais tarde e a VANILLA NINJA se estabeleceu como trio.
As meninas lançaram em 2003 o seu auto-intitulado primeiro álbum de estúdio, Vanilla Ninja, contendo canções em estoniano e inglês. De lá pra cá, foram sucesso absoluto em toda Europa, especialmente na Alemanha, Estônia, Áustria e Suíça. O trio tem mais três álbuns: Traces Of Sadness (2004), Blue Tattoo (2005) e Love Is War (2006), além de vários singles, todos muito bem posicionados nos 'charts' Europeus. Também já lançaram dois DVDs e uma coletânea.
Além do sucesso na Europa, a VANILLA NINJA já conquistou vários países da Ásia como Japão, China, Malásia e Tailândia. No Brasil, os Cds das garotas estão disponíveis pela Hellion Records, que foi a gravadora responsável por apresenta-las ao público brasileiro. Inclusive, sai em agosto a versão nacional de Love Is War, o mais recente trabalho das garotas, que vai incluir duas faixas bônus inéditas.

Mais Informações:

www.hellion.com.br
www.love-ninjas.com
www.vanillaninja.ee

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Se o futebol da Estônia deixa a desejar, o mesmo não acontece quando o assunto é mulher bonita e rock 'n' roll

Garotas da banda estoniana de rock Vanilla Ninja fazem a trilha sonora do jogo de hoje entre Brasil e Estônia

Logo mais as 14h15 a seleção brasileira de futebol enfrenta a Estônia no estádio A.Le Coq, em Tallin. O amistoso é o jogo do centenário do futebol num país com pouca tradição no esporte. O próprio assessor de imprensa da Associação de Futebol Estoniana, Mihkel Uiboleht, admite que "um placar de 3 a 1 nos deixaria muito felizes."
Mas se futebol não é o forte dos estonianos, o mesmo não pode ser dito a respeito de mulher bonita e rock 'n' roll. Sobre esse assunto eles entendem bem, afinal, é de lá que vem uma das bandas de pop rock de maior sucesso na Europa, a VANILLA NINJA.
A VANILLA NINJA é uma banda estoniana de rock formada em 2002 pelas belas Lenna Kuurmaa (vocal e guitarra), Katrin Siska (backing vocal e teclado), Piret Järvis (backing vocal e guitarra) e Maarja Kivi (vocal e baixo). Esta última acabou deixando o grupo mais tarde e a VANILLA NINJA se estabeleceu como trio.
As meninas lançaram em 2003 o seu auto-intitulado primeiro álbum de estúdio, Vanilla Ninja, contendo canções em estoniano e inglês. De lá pra cá, foram sucesso absoluto em toda Europa, especialmente na Alemanha, Estônia, Áustria e Suíça. O trio tem mais três álbuns: Traces Of Sadness (2004), Blue Tattoo (2005) e Love Is War (2006), além de vários singles, todos muito bem posicionados nos 'charts' Europeus. Também já lançaram dois DVDs e uma coletânea.
Além do sucesso na Europa, a VANILLA NINJA já conquistou vários países da Ásia como Japão, China, Malásia e Tailândia. No Brasil, os Cds das garotas estão disponíveis pela Hellion Records, que foi a gravadora responsável por apresenta-las ao público brasileiro. Inclusive, sai em agosto a versão nacional de Love Is War, o mais recente trabalho das garotas, que vai incluir duas faixas bônus inéditas.

Enquanto não começa o jogo entre Brasil e Estônia, confira dois videoclipes da VANNILA NINJA:

DANGERZONE:
http://www.youtube.com/watch?v=LV3_ovyW7Gc

ROCKSTARZ:
http://www.youtube.com/watch?v=enwxzS_3RqE&feature=related

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Entrevista - Katia Shakath vocalista da Semblant

Semblant banda de Curitiba-PR, que aos poucos vem crescendo no país e ganhando mais espaço a cada dia, e para conferir o segredo de tamanho sucesso, tive a oportunidade de falar com Katia Shakath a simpática vocalista da banda. Confiram!

Por Edson F. Melo


Antes de começarmos Kátia, gostaria de lhe agradecer pela entrevista e pelo tempo cedido a HEAVY’OLUTION METAL.
1 - Por gentileza Kátia conte-nos um pouco da história do inicio da banda Semblant.

A minha idéia inicial era ter uma banda para tocar covers das minhas bandas favoritas, então chamei uns músicos amigos e escolhi o nome da banda “Semblant”, mas com o decorrer do tempo, fomos tendo a necessidade de compor musicas próprias, foi quando a banda teve uma revigorada nos membros, juntando-se a nós o vocalista Sergio Mazul, o guitarrista Roberto Hendrigo, o baixista Leonardo Rivabem e por fim o baterista Cândido Olivieira.

2 - Qual foi a maior dificuldade encontrada no inicio? E quais fatos que serviram como um amadurecimento à banda?

A maior dificuldade no inicio foi o comprometimento dos músicos com a banda e o entrosamento entre si. Eu acho que o que mais nos serviu como amadurecimento foi a troca dos companheiros que vieram com muito entusiasmo, competência e todos se tornaram grandes amigos.

3 - A demo “Behold The Real Semblant” foi lançada em 2008, como foi a repercussão deste trabalho?

Essa demo teve uma grande repercussão na nossa carreira, pois foi através dela que ganhamos destaque da edição na seção Garage Demos da revista Roadie Crew e fomos convocados para o Wacken Metal Battle, no qual nós fomos os ganhadores do nosso estado e representamos ele na final do Rio de Janeiro, alem das inúmeras entrevistas, shows em outras cidades, aberturas para grandes shows como Tristania e Nightwish é claro, inúmeros fãs que surgiram.

4 - Kátia, como foi o processo de composição e gravação de “Behold The Real Semblant”?

Todas as musicas da Semblant são compostas de diversas maneiras, as do EP “Behold The Real Semblant” por exemplo, foram compostas em conjunto em uma tarde; algumas do nosso álbum que está por vir, “Last Night of Mortality”, demoraram semanas para serem concluídas. Mas geralmente compomos com uma idéia inicial de um dos membros e acrescentamos idéias em grupo para que uma música seja concluída.
A gravação foi toda feita no AvantGarde estúdios, após alguns meses de ensaio. É lá inclusive que estamos gravando e mixando o nosso CD completo também.

5 - Em 16/05/2008 a banda Semblant, dividiu o palco com a banda Tristania, como foi abrir o show para essa banda? O que isso representou para vocês?

Nossa foi simplesmente fantástico, primeiramente por que Tristania é uma das minhas bandas favoritas e a nova vocalista Mary, assim como todos os outros membros, é maravilhosa! Para nós isso foi uma honra incrível, pois ser convidados para uma abertura como essa é maravilhoso, uma grande honra! Além de claro, termos apresentado nosso show e nossa música para uma banda que todos nós adoramos.

6 - Nos shows, com qual ou com quais músicas vocês obtém um maior retorno do público?

Ultimamente, estamos tendo um bom retorno de quase todas as musicas, pois o pessoal já esta conhecendo todas devido ao grande número de shows que fizemos em todo o Brasil ano passado e neste ano de 2009, mas ainda sim, as que mais causam impacto no publico são: “Forever Failure” e “Legacy of Blood” do EP “Behold the Real Semblant” e ”The Neptune Effect” e “Sleepless” do nosso álbum a ser lançado.

7 - Quais as maiores influências dos músicos da Semblant?

Cada um dos seis membros possuem influências bem próprias e bem diversificadas; eu não saberia te dizer as de todos eles, mas as minhas são Evanescence, Lacuna Coil, Nightwish, Within Temptation, Tristania, Paradise Lost, Evergrey, Morgana Lefay, The 69 Eyes, Iron Maiden e muitas outras.

8 - Kátia sobre o novo álbum, que está previsto para ser lançado em outubro, o que você pode nos adiantar sobre este trabalho? Já batizaram esse novo álbum?

Então, esse novo álbum se chama ”LAST NIGHT OF MORTALITY” e será lançado no início de 2010. Mas no dia 31 de outubro nossos fãs terão uma grande surpresa. O CD já esta totalmente finalizado, a capa também já foi inclusive revelada e está maravilhosa.

9 - Como foi o processo de composição deste novo álbum?

Trabalhamos ao extremo em todas as músicas, muito mais do que nas músicas do EP, até porque evoluímos como banda desde que lançamos nossas primeiras composições e por questão dessa evolução, a sonoridade se tornou mais complexa e mais trabalhada.

10 - Uma frase ou palavra que defina a banda Semblant.

Trabalho. Muito trabalho.

11 - Um recado aos fãs.

Eu só tenho a agradecer todos vocês pela grande força e grande amor que vocês têm nos dado. Muito Obrigada Mesmo!!! E aguardem pelas novidades da Semblant e pelo novo CD, que está fantástico e sem dúvida surpreenderá a todos mais do que o EP surpreendeu.


Kátia mais uma vez gostaria de lhe agradecer pela entrevista, muito obrigado, parabéns e muito sucesso a Semblant. Boa sorte.


Maiores informações:

www.myspace.com/semblant
www.freemindrecords.com.br/semblant

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

TÝR “BY THE LIGHT OF THE NORTHERN STAR” INTERVIEW / ENTREVISTA

Formed in january of 1998, after many battles, launched in 2002 the first album “How Far To Asgaard”, now in 2009 with “By The Light Of The Northern Star” the 5th album, be showing one of the most promissing bands of the Folk/Viking Metal style.
The HEAVY’OLUTION METAL talked with Heri Joensen (vocal/guitar) about the release “By The Light Of The Northern Star”, check out!

By Edson F. Melo

First of all, I’m very grateful for the interview, Heri thank very much.
1 - Tyr is the god of battles, justice, power and defense. Why did you choose this name for the band and what is it represents for the band?


Heri Joensen: There is one very interesting story about Týr, and that is the one of the chaining of Fenris the Wolf. Týr, being the bravest of the gods, gives his right hand for the sake of the common good.

2 - The Tyr Band always got to surprise you fans in each album. You always show something new, increasing your songs without escape from the initial idea of the band. In the “By The Light Of The Northern Star” wasn’t different. How the band works in all the procedures to create the compositions in the albums?

Heri Joensen: All our songs are some how based on some Nordic melodies. That means that probably nomatter what we do it will still keep that Nordic sound. How we then organize the music around that may change from album to album. I think that's the reason for the recognizable, yet varying, sound.

3 - Heri we can realize that in the songs in each single album that exists influence of diferents styles. And in “By The Light Of The Northern Star” this was so more clear. Could you tell us what is the greatest influences in your band?

Heri Joensen: Nordic melodies are the main inspiration for all our albums. But apart from that we were probably more inspired by other Scandinavian metal, such as Amon Amarth and Wintersun for this album, than we were before.

4 - “By The Light Of The Northern Star” left your fans in Brasil in South America so much curious for watch your concert. With this album do you have plans to do a tour offering your fans with a big concert? (What is a long time expected)

Heri Joensen: We will definitely tour with this album, but whether or not we will come to South America, let alone Brazil, is very uncertain. But believe me, we will come by first opportunity.

5 - Have you ever heard something about the brazilians fans reception?

Heri Joensen: Yes, I heard about there being a great appreciation for Heavy Metal there.

6 - How did you define the new album “By The Light Of The Northern Star”?

Heri Joensen: Faster, harder, heavier, less progressive, shorter and more accessible.

7 - How your fans are receiving the new album “By The Light Of The Northern Star”?

Heri Joensen: Some of our oldest supporters do not appreciate the new direction, but a lot of people who didn't appreciate our old stuff are now complimenting us on the new album. I think that is a good sign. And you can't please them all.

8 - Could you leave a message for you brazilians and south americans fans.

Heri Joensen: If you buy our new album I promise we'll come to South America as soon as possible; and remember that religion is bullshit!

9 - Our interview will be presented in two diferents languages, because we have a lots of americans readers and europeans as well. Would you like to leave a message for them too.

Heri Joensen: We'll be back in mainland Europe and the US later this year. Keep a look out for tourdates. See you then. ...and remember that religion is bullshit!

Heri, I appreciate your attention and I want to say thank you very much for the interview.That the good winds been always with you.

Heri Joensen: You're welcome



Em Português / In Portuguese

Formada em janeiro de 1998, após muita batalha, lançam em 2002 o primeiro álbum “How Far To Asgaard”, agora em 2009 com “By The Light Of The Northern Star” o 5º álbum, demonstram ser uma das mais promissoras bandas do estilo Folk/Viking Metal.
A HEAVY’OLUTION METAL conversou com Heri Joensen (vocal/guitarra) sobre o lançamento de “By The Light Of The Northern Star”, confiram.


Antes de mais nada Heri, gostaria de lhe agradecer pela entrevista.
1 - Tyr é o deus das batalhas, justiça, força e da defesa. Porque vocês escolheram este nome para a banda, o que ele representa na banda?


Heri Joensen: Há uma história muito interessante sobre Týr, que é único a acorrentar Fenris, o Lobo. Týr, sendo o mais bravo dos deuses, dá sua mão direita em defesa do bem comum.

2 - A Banda Tyr consegue a incrível façanha de a cada álbum, mostrar algo novo, sempre deixando os trabalhos cada vez mais ricos sem fugir da proposta musical da banda, com o álbum “By The Light Of The Northern Star” não foi diferente. Como é o processo e o entrosamento dos membros na composição dos álbuns?

Heri Joensen: Todas nossas músicas de alguma forma são baseadas em melodias nórdicas. Isso quer dizer que não importa o que fazemos, continuaremos mantendo essa linha nórdica. Como organizamos as músicas pode mudar de álbum para álbum. Acho que essa é a razão para o reconhecimento do nosso som.

3 - Heri é notável nas musicas de todos os álbuns a influência de muitos estilos diferentes, e em “By The Light Of The Northern Star”, ficou muito mais claro. Você poderia nos dizer quais as maiores influências da Tyr?

Heri Joensen: As melodias nórdicas são as principais inspirações em todos os álbuns. Mas, fora isso, nós fomos provavelmente mais inspirados pelo metal escandinavo, como Amon Amarth e Wintersun, neste álbum do que fomos anteriormente.

4 - “By The Light Of The Northern Star” deixou muitos fãs no Brasil e na América do Sul mais curiosos por assistir um show da banda Tyr. Com este álbum vocês tem planos de fazer uma excursão e presentear estes fãs com um show? (Que há muito é esperado)

Heri Joensen: Definitivamente faremos uma tour desse álbum, mas se iremos para a América do Sul, para o Brasil..é muito incerto. Mas acredite, iremos na primeira oportunidade.

5 - Heri alguma vez vocês já ouviram falar da calorosa recepção dos fãs brasileiros?

Heri Joensen: Sim, eu ouvi dizer que há uma grande apreciação pelo Heavy Metal por ai.

6 - Heri como você definiria o novo álbum “By The Light Of The Northern Star”?

Heri Joensen: Mais rápido, mais forte, mais pesado, menos progressivo, menor e mais acessível.

7 - Como está sendo a receptividade de “By The Light Of The Northern Star” por parte dos fãs?

Heri Joensen: Alguns dos nossos fãs mais antigos não gostam da nossa nova direção, mas muitas pessoas que não gostavam dos nossos antigos álbuns e que agora estão nos cumprimentando pelo novo álbum. Acho que é um bom sinal.
E não da para agradar todos eles.

8 - Um recado aos fãs brasileiros e sul-americanos.

Heri Joensen: Se vocês comprarem nosso novo álbum, eu prometo que iremos para a América do Sul assim que possível; e lembrem que religião é uma besteira!

9 - Já que nossa revista sai em dois idiomas, temos muitos leitores americanos e europeus, deixe um recado para estes fãs também.

Heri Joensen: Estaremos de volta na Europa e nos EUA mais pra frente ainda nesse ano. Continuem olhando as datas das tours. Até mais então. ...e lembrem que religião é uma besteira!

Heri, mais uma vez agradeço sua atenção, e agradeço pela entrevista, que os bons ventos os guiem.

Heri Joensen: De nada, são bem vindos!

Edson F. Melo

THYRFING - HELS VITE INTERVIEW / ENTREVISTA

The Thyrfing was formed in 1995 in Sweden, after 14 years on the road, launching its sixth album "Hels Vite". Patrick Lindgren (guitar) spoke with HEAVY'OLUTION METAL about this new album and plans for the future of Thyrfing.
By Edson F. Melo

1 - Thyrfing is the name of a mythological sword, which appears in many scandinavian stories and legends. Why this name was chosen for the band? What represent for the band?

Back when we formed the band, it was quite common having a name taken from the Scandinavian mythology. And as the conceptual part of the band was very rooted in that, we obviously wanted something connected to it as well. So it was not just a matter of having a name that sounded well, but also something that none else already have come up with and used. We had a couple of names before “Thyrfing” that we found out other bands were using … Nowadays, the word “Thyrfing” is rather a strong brand and monicker for the band rather than it's original meaning, so that is what first comes to my mind thinking of it.

2 - “Hels Vite” the latest work of the band, is very well prepared, the Nordic melodies make a difference in all songs. How is the process of composition of the Thyrfing albums? And “Hels Vite” as was compost?

The way of writing and completing a Thyrfing song and/or album could differ very much. Some parts are written in home studio environment, arranged, demoed and pretty much worked out before we bring it to rehearsals. But sometimes it could be quite the opposite, you know just jamming away together and making the song come together in a rehearsal environment. This has been the way we've been working on the last three albums, and I think it's a good thing to have different options on how to write material.

3 - What was the most difficult album to write and record?

In a way, it's getting harder each time, as you have more to live and measure up to … but maybe the inspiration where a bit lower on “Farsotstider” than “Hels vite”, so I'd say that album then ...

4 - How is the receptivity of “Hels Vite”?

It's been very good … I mean, to me the album should take a while to get into. The sound and production is very thick and massive and the songs are almost all over 6 minutes … so it's definitely not music that you can pick and fully appreciate after only 1–2 listens … still we got excellent reviews and feedback this far so it feels great.

5 - In the albums when you hear, feel an energy coming from music, and in the concerts how is this energy, this feeling?

I think Thyrfing's music cover a large spectra of feelings … mostly dark ones, but also uplifting at times, giving you a feeling of strength and spirit. When performing live the songs are usually a little harsher and faster, so then it's more focused on energy and aggression comparing to the recorded material which might have more atmosphere moments...

6 - What the influences of the band?

Impossible to pinpoint, but mostly Metal music, even though we obviously appreciate other types of music as well. Inspiration could also come from emotions, feelings, ideas or whatever might affect you on a daily basis. Even though Thyrfing should not be seen as a mirror of it's members, your personal state of mind and ideas always has a certain impact on your work.

7 - About the tour, as is the calendar of shows for the Thyrfing?

We have a couple of festivals booked (2 in Germany and 1 in the Netherlands) for now, but hopefully we can fill up the schedule with a few more in the coming time.

8 - Plans for Brazil and South America?

No concrete plans or offer for now, but it would of course be great if we'd be given the opportunity to go there some time in the future.

9 - A word or phrase that defines the band.

Blood Fire Death ...?

10 - A word or phrase that defines the religion.

We live under no religion as a band, neither as persons.


11 - A message to Brazilian fans.

Thanks for your support and interest in Thyrfing. I hope that you enjoy the new album and future to come. And hope to see you all from stage some day.

12 - A message to American and European fans, since our magazine is also read in the United States and Europe.

Well, the same as above I guess...?
Thank you for your attention, for this interview and hope to see them in the stages, here in Brazil and South America soon. Good luck and thank very much!

Edson F. Melo


Em Português / In Portuguese

A Thyrfing foi formada em 1995 na Suécia, após 14 anos na estrada, lança seu sexto album “Hels Vite”.
Patrick Lindgren falou com a HEAVY’OLUTION METAL sobre este novo album e planos para o futuro da Thyrfing.

By Edson F. Melo

1 - Thyrfing é o nome mitológico de uma espada, que aparece em muitos contos e lendas escandinavas. Porque este nome escolhido para a banda? O que representa para vocês?

Voltando quando formamos a banda, era muito comum ter um nome retirado da mitologia escandinava. E como a parte conceitual da banda estava muito enraizada nisso e na medida em que, obviamente, nós queríamos algo ligado a ele também. Então não foi apenas uma questão de ter um nome que soa bem, mas também algo que nenhuma outra pessoa já havia utilizado. Tínhamos um casal de nomes antes de "Thyrfing", mas que descobrimos que outras bandas usavam... Hoje, a palavra "Thyrfing" é sim uma marca forte para a banda, não é seu significado original, de modo que é o primeiro que me vem à mente pensando nele.

2 - Hels Vite o mais recente trabalho da banda, está muito bem elaborado, as melodias nórdicas fazem todo um diferencial nas músicas. Como é o processo de composição dos álbuns do Thyrfing? E Hels Vite como foi composto?

A forma de escrever e completar uma canção do Thyrfing e ou o álbum podem diferir muito. Algumas peças são escritas em home studio ambiente, dispostos, démodé e muito bem elaborado, antes de trazê-lo para ensaios. Mas por vezes pode ser muito pelo contrário, sabe-se apenas o “enpastelamento” de longe e juntos fazemos a música nos ensaios ambientes. Esta tem sido a forma como temos vindo a trabalhar sobre os últimos três álbuns, e eu acho que é uma coisa boa para ter diversas opções sobre a forma de escrever o material.

3 - Qual foi o álbum mais difícil de se compor e gravar?

De certa forma, está ficando cada vez mais difícil, como você tem mais para viver e até medir...mas a inspiração estava talvez um pouco mais baixa em "Farsotstider" do que "Hels Vite", por isso eu diria que este álbum então...

4 - Como está a receptividade de Hels Vite?

Tem sido muito bom...eu quero dizer, que para mim, o álbum deverá demorar um pouco para entrar. O som e a sua produção é muito espessa e maciça e as canções são quase todas com mais de 6 minutos...por isso definitivamente não são músicas que você pode escolher e apreciar plenamente após apenas uma ou duas audições...ainda temos excelentes opiniões e as reações a ele neste ponto nos fazem se sentir ótimos.

5 - Nos álbuns quando se ouve, se sente uma energia vinda das musicas, e nos shows como é essa energia, esse feeling?

Acho que as músicas da Thyrfing abrangem um grande aspecto de sentimentos...principalmente escuro, mas também, por vezes, moralizante, que lhe dá uma sensação de força e espírito. Quando executa as canções ao vivo, geralmente são um pouco mais duras e mais rápidas, então é mais focada sobre a energia e agressividade em comparação com o material gravado que se poderia ter em um momento de atmosfera...

6 - Quais a influências da banda?

Impossível de identificar, mas principalmente música Metal, apesar de, obviamente, apreciarmos outros tipos de música também. A inspiração também pode vir de emoções, sentimentos, idéias ou o que pode afetá-lo em uma base diária. Mesmo a Thyrfing não deve ser visto como um espelho de seu membros, o seu estado de espírito e idéias sempre tem um certo impacto no seu trabalho.

7 - Sobre as turnês, como está a agenda de shows para a Thyrfing?

Temos algumas datas em festivais reservadas (dois na Alemanha e um na Holanda), para agora, mas espero que possamos preencher o calendário com um mais datas nos próximos meses.

8 - Planos para o Brasil e a América do Sul?

Não temos ofertas ou planos concretos para agora, mas isso seria evidentemente uma grande oportunidade para nós e desejamos ter esta oportunidade de tocar por ai há algum tempo, quem sabe no futuro.

9 - Uma palavra ou frase que defina a banda

Blood, Fire, Death (Sangue, Fogo e Morte)

10 - Uma palavra ou frase que defina religião

Não vivemos sob nenhuma religião, nem como banda, nem como pessoas.

11 - Um recado aos fãs brasileiros.

Obrigado pelo vosso apoio e interesse na Thyrfing. Espero que vocês gostem do novo álbum e nos futuros albuns que virão. E espero ver todos vocês um dia, por ai nos palcos.

12 - Um recado aos fãs americanos e europeus, já que nossa revista também é lida nos Estados Unidos e na Europa.

Bem, o mesmo que acima eu acho...? Obrigado

Agradeço pela atenção, por está entrevista e espero vê-los pelos palcos brasileiros e sul-americanos em breve. Boa sorte e que os bons ventos os guiem sempre

Edson F. Melo
http://www.myspace.com/heavyolution

DÉTENTE DIVULGE COVER OF NEW ALBUM "DECLINE"

This is the cover of the new album "Decline" of the american band Détente.

Português / Portuguese

Está é a capa do novo álbum "Decline" da banda americana Détente

DEVENTTER LIBERA A CAPA DO NOVO ALBUM "LEAD...ON"


Enquanto a mixagem não fica pronta, o DEVENTTER tratou de finalizar a capa e todo trabalho de arte do álbum. Quem assina o conceito, a criação e o design é o próprio vocalista da banda, Felipe Schäffer, junto com a dupla de guitarristas, Danilo Pilla e André Marengo.
"Nós sempre fomos apaixonados por bandas que possuem trabalhos gráficos condizentes com o som que fazem", conta Felipe Schäffer. "Desde o primeiro disco nós tivemos a preocupação de buscar a essência daquilo que criamos para transformá-la em imagens. No caso da capa do 'Lead... on', tentamos envolver o máximo de elementos ligados ao conceito geral do álbum. O disco apresenta três pontos de vista distintos sobre as lideranças no mundo de hoje, e inserimos esses três elementos numa só imagem."Apesar da descrição conceitual, Schäffer prefere não entrar em maiores detalhes quanto aos intrigantes elementos da capa. "Prefiro deixar cada ouvinte livre para interpretar da maneira que quiser. Como acreditamos no conjunto como a obra final, quisemos unir ao máximo as experiências musicais às visuais do encarte. Obviamente, as experiências pessoais de quem escuta também contam, como em qualquer trabalho artístico."


quinta-feira, 30 de julho de 2009

U-Ganga libera novas músicas no Myspace

Faixas fazem parte do novo CD Vol 3: Caos, Carma, Conceito que foi masterizado por Harris Johns

Vol. 3 - Caos, Carma, Conceito, o novo álbum da banda mineira U-GANGA, já está pronto para ser prensado. Este será o terceiro disco do grupo e foi gravado no Orbis Estúdio no Distrito Federal junto com o produtor Riti Santiago (produtor ganhador do VMB). A masterização foi feita na Alemanha por ninguém menos que Harris Johns, famoso produtor responsável por alguns clássicos imortais da história do rock/metal como Pleasure To Kill (Kreator), Heavy Metal Breakdown (Grave Digger), Walls Of Jericho (Helloween), Zombie Attack (Tankard), Killing Technology (Voivod), RIP (Coroner), Persecution Mania (Sodom), Live (Cro Mags), além do Brasil e Anarkophobia do Ratos de Porão e o Under Siege do Sepultura, apenas para citar alguns.
Três músicas do álbum já estão disponíveis para audição no Myspace da banda: "Fronteiras da Tolerância", "3XC" e “Meus Velhos Olhos De Enxergar O Mal (2 Lobos)”.
"A masterização feita pelo Harris Johns ficou ótima!", comemora o baterista Marco Paulo. "Já esperávamos um trabalho foda do cara, pelo currículo que ele tem, mas ao mesmo tempo seria algo novo porque é um estilo de som que ele não trabalha muito, por ter essas viagens de dub no meio, umas partes com mais groove. Mas o resultado não poderia ser melhor."
Marco Paulo também não esconde o entusiasmo ao comentar sobre as faixas. "A "Fronteiras da Tolerância" mostra bem essa nova fase da banda, uma mistura muito insana de hardcore e metal e um refrão daqueles que grudam na sua cabeça. É um som porrada! Já “Meus Velhos Olhos De Enxergar O Mal" tem uma das bases de guitarra mais legais de todos as nossas músicas. Ao mesmo tempo que é bem porrada, ela tem uma veia mais rock 'n' roll e conta com uma viagem no meio, uma parada mais dub, bem inesperada. Por fim, a "3XC" foi a última faixa a entrar no disco. É um hardcore direto, soco na cara mesmo! Curto e grosso! A gente tava sentindo falta de um som assim no disco. É uma das que eu mais curto desse novo CD."
Acesse
www.myspace.com/uganga para ouvir as músicas.
Além dessas três músicas, Vol. 3 - Caos, Carma, Conceito também trará as faixas “Zona Árida”; “P.A.X.”; “Encruzilhada”; “Iso 666”; “Velas”; “Asas Negras”; “Milenar”; “O Primeiro Inquilino”; "Sua Lei, Minha Lei" e "Kali Yuga".Vários convidados especiais aparecem no disco como o guitarrista Fábio Jhasko (ex-Sarcófago), o rapper X (ex-Câmbio Negro) e Johny Murata (Lumina).
O disco sai em setembro.

Mais informações:

www.myspace.com/uganga